Psicanalista retrata ‘mulheres mal-amadas em best-seller

A psicanalista venezuelana Mariela Michelena tratou muitas mulheres “estupendas”, que viravam “menininhas doentes” quando o jogo era o “bem-me-quer, mal-me-quer”, como diz. “O que vemos agora é este drama: mulheres que alcançaram alto nível de vida e cultura e chegam à consulta porque um homem a deixou, levam anos esperando um compromisso ou sofrem porque ele prometeu largar a mulher e não largou.” Leia + acerca da característica da mal – amada (clique aqui)

Por mais avançadas que sejamos, a maternidade continua importante. Queremos um homem que cuide de nós e que seja capaz de se comprometer. Mas queremos isso conscientemente.

  Características da mal – amada
É fiel
Ela se prende totalmente a relacionamentos furtivos, clandestinos
Pratica “amor de mãe”
Trata o homem como um bebê. Suporta seus bocejos, indiferença e acessos de cólera com estoicismo maternal. Vira mal- amada quando basta um simples sorriso dele para que ela dê um conflito por resolvido e o encha de beijos e perdões
 
Pecados da mal- amada
(podem aparecer sozinhos ou combinados)
Submissão
Ela se dilui no outro, perde os limites
Intermitência
Vive entre “on & off”, termina e começa um caso várias vezes, na esperança de que a volta seja definitiva
Vício
Apesar dos sucessivos desastres, sempre volta em busca da sua dose de maus-tratos
Dissimulação
É tipo cinderela: ao lado do parceiro, perde a identidade, não pode ser que é.

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br

Anúncios

O Padre mendigo que confessou o Papa João Paulo II

Há alguns dias, no programa de televisão da Madre Angélica nos Estados Unidos (EWTN), relataram um episódio pouco conhecido da vida do Papa João Paulo II, li também no livro do Dom Rafael Cifuentes “Sacerdotes para o terceiro milénio, mas é um belíssimo exemplo de humildade e misericórdia de um coração que soube ser amigo da humanidade: Um sacerdote norte americano da diocese de Nova York se dispunha a rezar em uma das paróquias de Roma quando, ao entrar, se encontrou com um mendigo. Depois de observá-lo durante um momento, o sacerdote se deu conta de que conhecia aquele homem. Era um companheiro do seminário, ordenado sacerdote no mesmo dia que ele. Agora mendigava pelas ruas. O padre, depois de identificar-se e cumprimentá-lo, escutou dos lábios do mendigo como   ……
tinha perdido sua fé e sua vocação. Ficou profundamente estremecido. No dia seguinte o sacerdote vindo de Nova York tinha a oportunidade de assistir à Missa privada do Papa e poderia cumprimentá-lo no final da celebração, como é de costume. Ao chegar sua vez sentiu o impulso de ajoelhar-se frente ao Santo Padre e pedir que rezasse por seu antigo companheiro de seminário, e descreveu brevemente a situação ao Papa. Um dia depois recebeu o convite do Vaticano para cear com o Papa, e que levasse consigo o mendigo da paróquia. O sacerdote voltou à paróquia e comentou a seu amigo o desejo do Papa. Uma vez convencido o padre mendigo, levou ao seu lugar de hospedagem, ofereceu-lhe roupa e a oportunidade de assear-se. O Pontífice, depois da ceia, indicou ao sacerdote que os deixasse a sós, e pediu ao mendigo que escutasse sua confissão. O homem, impressionado, respondeu-lhe que já não era sacerdote, ao que o Papa respondeu: “uma vez sacerdote, sacerdote para sempre”. “Mas estou fora de minhas faculdades de presbítero”, insistiu o mendigo. “Eu sou o Bispo de Roma, posso me encarregar disso”, disse o Papa. O homem escutou a confissão do Santo Padre e pediu-lhe que por sua vez escutasse sua própria confissão. Depois dela chorou amargamente. Ao final João Paulo II lhe perguntou em que paróquia tinha estado mendigando, e o designou assistente do pároco da mesma, e encarregada da atenção aos mendigos.
Oração: Obrigado Senhor pelo dom da amizade, ela é uma vocação tão rica e necessária para os nossos dias. Dai aos nossos sacerdotes a graça de serem profundamente amigos do Coração de Jesus e Maria para que eles saibam ser amigos e companheiros do teu povo. Concede também Senhor que os nossos padres encontrem em meio ao seu trabalho pessoas amigas que possam ser para eles um sinal de Tua presença confortadora. Que pela fé e pelo poder do Divino Espírito Santo sacerdotes e leigos descubram a graça da direção espiritual através da amizade e possamos viver como as primeiras comunidades: “eles tinham um só coração e uma só alma”.


Fonte: http://blog.cancaonova.com/padreluizinho/

SANTOS DE CARNE E OSSO

Há muitos santos modernos agindo em nome de Deus e vivendo uma caridade séria, não fingida, sem caricatura e sem teatralidade. Não parecem santos, mas são. Guardaram-se para seu Criador, aceitam Jesus, vivem para sua família, para o grande amor de suas vidas, são fiéis à verdade, aos amigos, à palavra dada, e ao seu batismo. Não têm nem cara nem trejeitos de santos, mas estabeleceram um projeto de vida e o constroem tijolo por tijolo, ato por ato, coerência por coerência. Muita gente nem percebe que são santos, porque são gente de carne e osso como nós. Mas uma análise do que fazem pelos outros, da sua humildade, da sua fé e da sua serenidade aponta para mais um dos santos que Jesus formou. Diferente é o santo fingido. Ele decidiu que  …….

gostaria de ser visto como santo eu isso da projeção social, como no tempo de Jeremias, 650 anos antes de Jesus e no tempo do próprio Jesus posar de santo e de profeta dava lucro e angariava louvores e primeiros lugares. Então muita gente fingia jejuar, e orar ostentado uma santidade que não tinha. E havia os que garantiam que Deus falava com eles e que eles sabiam levar a Deus. Ganhavam seu sustento com sua cara de santos. Isaías, Jeremias, Jesus e os apóstolos alertaram contra eles.
Mas como muita gente adora uma novela e não dispensa um teatro, sempre haverá quem despreze o santo sereno que não dá espetáculo e corra atrás do que grita, chora , esperneia, garante visões , revelações quentíssimas, curas e milagres em local dia e hora marcados. Trocam a verdade, a simplicidade e a honestidade do santo que não faz marketing, pelo pseudo santo que dá espetáculo, cura dramaticamente, entrevista o demônio ao microfone e transforma a fé em espetáculo.
Até que ponto isso é válido? Que santidade é essa em que não só a mão esquerda sabe o que faz a direita( ) como câmeras e microfones veiculam aquilo para todo mundo? O mesmo Jesus que disse para ao anunciar verdades por sobre os telhados e que nossa luz brilhasse, ( ) teve o cuidado de mandar que orássemos de portas trancadas e que não fizéssemos alarde da nossa caridade e dos nossos carismas. Ele mesmo pedia que os beneficiados por ele não espalhassem a notícia.
Jesus que era santo de verdade e nunca fingia poder ou santidade, e que pediu que seguíssemos seu exemplo a ponto de, elogiados e incensados dizermos que não fizemos mais do que nossa obrigação e que não buscássemos os primeiros lugares, este Jesus concordaria com o que se vê na mídia religiosa de hoje?
Uma coisa é ser santo sem caricatura, sem cabeça torta, sem chorar orando e dando murros no chão, sem dramaticidade televisiva, com atos de justiça que só Deus vê porque aquele cristão não divulga o bem que faz. Outra coisa é buscar os holofotes e desabridamente, sem nenhum escrúpulo chamar a atenção para si mesmo, para sua obra e garantir que Deus quer que ele ou ela apareçam para sua maior honra e glória. Pior ainda, ganhar dinheiro grosso em cima dessa exibição de santidade. Jesus condenou e criticou os fariseus que assim agiam.( )
Santo que é santo não finge que é. É discreto. Faz o que deve fazer e foge do incenso, das condecorações e dos elogios.
Há santos de verdade ao nosso redor e há caricaturas de santos vendendo e ostentando uma fé que aponta mais para eles do que para Jesus cujo nome usam com estardalhaço.
Você que crê na Bíblia terá que escolher a quem seguir. Aos que dão a entender que são os novos santos ou os que nada dizem; simplesmente vivem a Palavra e a praticam.
Se você é dos que dizem que ainda não estão convertidos, mas que estão se convertendo, merecerá mais crédito do que os que garantem que Jesus os salvou e que eles sabem o caminho. Em termos de fé quem segue procurando está mais perto do que aquele que diz que achou e agora aponta para si mesmo como exemplo do que Deus faz por um pecador. Eu prefiro o santo que aponta para os outros convertidos e santos e não fala nada sobre si mesmo, exceto que precisa de preces para ser mais de Cristo.
Desconfiemos de santos que gostam de medalhas, condecorações, incensos e elogios. Apostemos em que só os aceita por obediência.
Pe. Zezinho scj

ALIENAR E ALIENAR-SE

Alienar pode ser bom. Você aliena o apartamento para conseguir um empréstimo vultoso, ou para conseguir uma chácara. Férias podem ser uma saudável alienação. Sua atenção se desvia por um tempo dos negócios e da firma. Mas, por alienar-se demais ou de menos muitos homens ou mulheres arruinaram seu casamento.
Vamos e venhamos, nem toda esposa aceita que seu marido decida por telefone uma compra para a firma na hora da intimidade. Quem não tira a cabeça do escritório, pode perder o coração da esposa e dos filhos. E não adianta dizer que faz isso por eles. Não faz. E se o faz está fazendo errado. Ninguém lê um livro com    …..
o nariz em cima das letras; nem mesmo o deficiente visual, que prefere uma lupa. Há que haver uma saudável distância, se pretendemos ler um livro, uma firma, ou nossa própria família. Nem perto e agarrado demais, nem distante demais. Têm razão as esposas que reclamam do marido que ouve sem ouvir e que, de tanto pensar no que faz lá fora pela família, esquece o que fazer em casa pela mulher e pelos filhos.
É impressionante o número dos políticos e artistas em segundas ou terceiras uniões. São pessoas boas, de fino trato e de sucesso. Não terá sido a distancia, mal calculada por conta da profissão que gerou os conflitos que terminaram em divórcio?
Há profissões que mais separam do que unem. Se a pessoa não souber por a família em primeiro lugar perderá a família. É que, se lá fora a competição é dura, em casa também é. Os filhos e o cônjuge que fica mais tempo em casa costumam competir com a empresa e a carreira. Um dos dois empreendimentos se perderá. Quando a escolha se torna difícil demais é sinal que a família está mal avaliada.
Alienar-se no mal sentido é péssimo. No bom sentido é salutar. Procure ajuda se não está sabendo achar tempo para a pessoa a quem você declarou amor eterno. Se ela não vier primeiro, o resto, se viver, virá para ferir.
Por: Padre Zezinho

Métodos naturais: revolução natural na saúde da mulher

Thomas Hilgers lidera caminho rumo à compreensão da fertilidade da mulher
OMAHA, sexta-feira, 24 de junho de 2011 (ZENIT.org) – Como um jovem médico residente em 1968, o Dr. Thomas Hilgers estava preocupado com o tratamento de seus pacientes e se mantinha atualizado em relação aos progressos da medicina. Já como obstetra e ginecologista, bem como especialista em medicina reprodutiva e cirurgia, é o autor de “The NaProTechnology Revolution:  Unleashing the Power in a Woman’s Cycle(A Revolução de NaProTecnologia: Liberando o poder do ciclo da mulher). O livro lembra o que o inspirou a fundar o Instituto Paulo VI para o Estudo da Reprodução Humana e desenvolver métodos de tratamento em uma ampla gama de questões ginecológicas, de acordo com os ensinamentos da Igreja Católica. Em uma entrevista concedida a ZENIT, Hilgers explicou que o Creighton Model Fertility Care System é “um sistema único e, portanto, deve ter uma aplicação especial na saúde reprodutiva das mulheres”. “Durante estes últimos 30 ou 35 anos – acrescentou -, investigamos continuamente isso e chegamos à Tecnologia Natural Procriadora (NaProTechnology).” De acordo com Hilgers, NaProTechnology é muito mais do que uma forma avançada de planejamento familiar natural, trabalhando em cooperação com o ciclo das mulheres. “Na verdade,

tornou-se uma nova ciência da saúde das mulheres”, disse ele. A ciência da NaProTechnology tem três aspectos, disse: a forma médica, a forma pré-natal e a forma cirúrgica.

Em vez de simplesmente lidar com os problemas de fertilização, a NaProTechnology trabalha para resolver muitos dos problemas ginecológicos que as mulheres enfrentam. “É um giro de 180 graus na direção oposta de tecnologias de reprodução artificial”, que, como explicado por Hilgers, são de supressão ou de destruição do potencial da vida humana, e não cooperativos com ele.
Ele diz que a NaProTechnology beneficia as mulheres que sofrem de uma variedade de problemas, incluindo – mas não limitado a – depressão pós-parto, cistos ovarianos, endometriose e ciclos irregulares; também pode ajudar a prevenir nascimentos prematuros, resultantes dos métodos reprodutivos artificiais.
“Há todo um departamento cirúrgico, com quase nenhuma cicatriz, que desenvolvemos – disse ele. Podemos operar e reconstruir os tecidos reprodutivos das mulheres como nunca foi feito antes.” Ele acrescentou que muitas mulheres têm medo de cirurgia para cicatrizes graves, que causam mais problemas do que soluções. “Nós agora podemos operar de uma forma que não causa cicatrizes.”
Hilgers disse que o tratamento pode variar de uma injeção de progesterona para aliviar a depressão pós-parto, a observação e tratamento de alterações do ciclo menstrual, com o fim de controlar a fertilidade, à cirurgia, tanto por via laparoscópica (fora do paciente) como tradicional.
Abusando da fertilidade
Hilgers debate, em seu livro, as consequências do surgimento da pílula, o número crescente de problemas médicos e sociológicos relacionados a isso, tais como: abortos, nascimentos fora do casamento, doenças sexualmente transmissíveis, várias formas de câncer, casos de abuso físico, aumento de divórcios, suicídios em adolescentes, bebês de baixo peso, mortes neonatais e o aumento do consumo de drogas, mais evidente nos últimos 40-50 anos.
“Vivemos fundamentalmente em uma cultura de abuso de fertilidade – disse Hilgers. As pessoas dão por descontada a sua fertilidade. Eliminam-na (com a pílula) ou a destroem (com) as diferentes formas de contracepção. E durante os anos da chamada ‘revolução sexual’, uma das coisas que alegaram é que não há vítimas. Mas eu acho que houve muito silêncio associado com a destruição da maioria das relações familiares e da epidemia de doenças sexualmente transmissíveis, que têm surgido como resultado disso.”
“Os médicos falam dos benefícios para a saúde, mas não falam sobre os riscos para a saúde, exceto o que foi declarado pela Food and Drug Administration e que as pessoas não ouvem”, disse ele. Explica que o uso da pílula contribui para a embolia pulmonar, coágulos de sangue, ataques cardíacos e infartos do miocárdio. Mulheres correm mais risco de câncer de mama devido ao uso da pílula, que também aumenta o risco de câncer do colo do útero, muitas vezes causado pela transmissão do vírus do papiloma humano (HPV).
O rápido crescimento
Quando Hilgers e sua equipe começaram a formar outros médicos em seus métodos, no começo dos anos 80, ele recorda que a resposta do âmbito médico não foi a que ele esperava inicialmente.
Em 1991, publicou um livro de medicina intitulado “A aplicação médica da planificação familiar natural: uma guia médica da NaProTechnology”, e a notícia se difundiu. “De repente, tínhamos 4 ou 5 médicos na aula, depois 10, depois 30”. No último mês de abril, o Instituto Paulo VI realizou um seminário de uma semana para 90 participantes, a metade deles médicos, a outra metade instrutores de NaProTechnology e especialistas em cuidados reprodutivos.
Hilgers tem a esperança de que a sociedade comece a valorizar a vida humana e veja o caráter sagrado dos dons que Deus nos dá. “Nos próximos dez anos, veremos uma mudança, acho. Se prestarmos atenção, veremos que já houve uma mudança agora. Não é evidente, não é grande, mas acho que o potencial está aí – disse Hilgers, com esperança. É interessante pensar nisso.”

— — —
Na internet:
“The NaProTechnology Revolution”: www.amazon.com/NaPro-Technology-Revolution-Unleashing-Womans/dp/0825306264
(Traci Osuna)

Fonte: Zenit