Diácono Caio : "A minha vida é a manisfestação da misericórdia !"

Grande testemunho de um amigo e irmão em Cristo: Diácono Caio César (Igreja Católica Sirian Ortodoxa no Brasil) na Paróquia Santa Terezinha do Menino Jesus em Aparecida de Goiânia /Go. Assistam!!!

É na Cruz de Cristo que o fiel encontra o Amor! (Diácono Caio)

História de uma garota que estava preste a suicidar !

“Certa vez nós estávamos fazendo um programa de TV. Voltamos embora para casa como de costume, a caixa de e-mails estava lotada e um destes e-mails chamou nossa atenção  Era um e-mail de uma garota que tava em casa “zapeando” (trocando) os canais da TV procurando alguma coisa pra assistir, enquanto ela esperava que os pais dela fossem dormir para ela tomar um vidro de remédios e se matar. Ai entre um canal e outro, ela caiu num canal que a gente estava tocando o seguinte refrão: “Hoje muitos choram mas não desistem de viver”. Ela parou e refletiu e desistiu de suicidar! Escute a música que “salvou” a garota”.(Vocalista Rosa de Saron). Clique abaixo para escutar a música que à salvou!



São Domingos e o milagre do Terço

D. Pero, primo de São Domingos, levava uma vida muito devassa. Sabendo que muitos ouviam os sermões de seu santo primo, resolveu ouvi-lo também. Ao vê-lo, durante o sermão, S. Domingos empenhou-se para fazer ver ao primo o estado lamentável em que este se encontrava. Empedernido no pecado, não se converteu. São Domingos de Gusmão vendo-o entrar novamente, para tocar seu coração endurecido resolveu fazer algo de extraordinário. E gritou em alta voz: “Senhor Jesus, fazei ver a todos desta igreja o estado em que se encontra este homem que acaba de entrar”. Os fiéis, voltando-se para D. Pero, viram-no rodeado de uma multidão de demônios em formas de animais horríveis, que o prendiam a correntes de ferro. Horrorizados, tentaram fugir, mas, impedidos por S. Domingos, permaneceram na igreja. Ele então prosseguiu: “Conhece, desgraçado, o deplorável estado em que te encontras. Ajoelha-te aos pés da Ssma. Virgem, toma este Rosário e reza-o com arrependimento e devoção, e muda a tua vida”. Ele se pôs de joelhos, rezou o Rosário e sentiu o desejo de confessar-se. O Santo o atendeu em confissão e instou-o a rezar o Rosário todos os dias. Na saída, da cara assustadora com que antes entrara, nem resquícios havia. Pelo contrário, brilhava como a de um anjo. E assim morreu.

São Francisco e o terrível lobo de Gúbio

Gúbio, uma cidade na Úmbria, estava tomada de grande medo. Na floresta da região vivia um grande lobo, terrível e feroz, o qual não somente devorava os animais como os homens, de modo que todos do povoado estavam apavorados! E todos andavam armados quando saíam da cidade, como se fossem para um combate. Por isso, cercaram a cidade com altas muralhas e reforçaram as portas. Certa vez, quando Francisco chegou naquela cidade, estranhou muito o medo do povo. Percebeu que a culpa não podia ser unicamente do lobo. Havia no fundo dos corações uma outra causa que era tão destrutiva Como parecia ser a causa do lobo. Logo, Francisco ofereceu-se para ajudar. Resolveu sair ao encontro do lobo, sozinho e desarmado, mas cheio de simpatia e benevolência pelo animal, e como dizia às pessoas, na força da  “Cruz”. O perigoso lobo, de fato, foi ao encontro de Francisco, raivoso e de boca aberta pronto para devorá-lo!   Mas quando o lobo percebeu as boas intenções de Francisco e ouviu como este se dirigia a ele como a um “ irmão”, cessou de correr e ficou muito surpreendido. As boas vibrações de Francisco de Assis anularam a violência que havia no “irmãozinho” lobo.  De olhos arregalados, viu que esse homem o olhava com bondade. Francisco então falou para o lobo: “Irmãozinho Lobo”, quero somente conversar com você, “meu irmão” … ..

E caso você esteja me entendendo, levante, por favor, a sua patinha para mim! O “irmãozinho lobo”, então, perante “tão forte vibração de amor e carinho”, perdeu toda a sua maldade. Levantou confiante, a pata da frente, e calmamente a pôs na mão aberta de Francisco.. Então, Francisco disse-lhe amorosamente: Você por sua vez, também será amigo de todas as pessoas desta cidade, pois de agora em diante você terá uma casa, comida e carinho, sendo assim, não precisará mais matar nem agredir ninguém, para sobreviver…” Querido irmãozinho lobo”, vou fazer um trato com você! De hoje em diante, vou cuidar de você meu irmão! Você vai morar em minha casa, vou lhe dar comida e você irá sempre me acompanhar e seremos sempre amigos! Com a promessa de nunca mais lesar nem homem nem animal, foi o lobo com Francisco até a cidade. Também o povo da cidade abandonou sua raiva e começou a chamar o lobo de “irmão”. Prometeram dar-lhe cada dia o alimento necessário. Finalmente, o “irmão lobo” morreu de velhice, pelo que, todos da cidade tiveram grande pesar. Ainda hoje se mostra em Gúbio, um sarcófago feito de pedra, no qual os ossos do lobo estão depositados e guardados com grande carinho e respeito durante séculos.
Fonte: Obras Completas de São Francisco de Assis, editora vozes.

São Bento devolve a vida a um menino morto

Certa ocasião, São Bento havia saído com os irmãos para trabalhar no campo, quando chegou ao mosteiro um camponês levando nos braços o corpo de seu filho morto, chorando amargamente e perguntando pelo venerável Bento. Quando lhe responderam que estava no campo com os monges, deixou junto à porta do mosteiro o corpo do falecido filho e, grandemente perturbado pela dor, saiu a correr em busca do venerável Pai. Naquele preciso momento, porém, já estava regressando o homem de Deus com os irmãos. Nem bem o avistou, o infeliz começou a gritar: “Devolve-me meu filho, devolve-me meu filho!” Ao ouvir tais palavras, deteve-se o homem de Deus e lhe perguntou: “Por acaso eu roubei teu filho?” Ao que respondeu:  ….

“Ele morreu, ressuscita-o”. Ouvindo isso, o servo de Deus entristeceu-se muito, dizendo: “Coisas dessas não cabem a nós, antes são próprias de santos Apóstolos. Por que quereis impor-nos cargas que não somos capazes de suportar?” Mas o infeliz, esmagado pela dor, persistia em seu pedido, jurando que não iria embora enquanto ele não lhe ressuscitasse o filho. Então o servo de Deus perguntou: “Onde está ele?” Ao que o pai respondeu: “Junto à porta do mosteiro”. Chegou o homem de Deus com os irmãos, pôs os joelhos em terra e inclinou-se sobre o corpinho do menino; levantando-se em seguida, ergueu as mãos ao céu e disse: “Senhor, não lhes os meus pecados, mas a fé deste homem que pede que se lhe ressuscite o filho, e faz voltar a este corpinho a alma que dele quiseste levar”. Mal havia acabado de proferir tais palavras quando, voltando a alma ao corpo do menino, este estremeceu de tal modo que todos os presentes puderam apreciar com seus próprios olhos como se havia agitado com aquela sacudida maravilhosa. Bento, então, tomou a mão do menino e o devolveu vivo e incólume ao pai. 

O milagre da mula

Por vezes encontramos figuras de santo Antônio com um cálice nas mãos e diante de si, uma mula de joelhos. Pois bem, vamos falar sobre este milagre: Santo Antônio pregava sobre o Santíssimo Sacramento em Toulouse, sul da França, ano 1227. No meio da pregação um senhor se levantou e o desafiou, contradizendo que a presença de Cristo na Hóstia Consagrada era uma mentira. Ele disse: – O Senhor pode discursar durante horas, mas a verdade é que os fatos reais estão contra seus argumentos. É impossível que Cristo esteja presente na Hóstia Consagrada. Santo Antônio lhe respondeu: – Que problema há, no corpo de Cristo estar velado pelas aparências do pão e do Vinho. Conforme suas Próprias palavras. E senhor incrédulo o desafia: – Não, não há problema. Contudo se Cristo está presente nesta Hóstia, sua presença deveria ser ……
sentida por todas as criaturas viventes. Então pegarei minha mula, e na próxima missa estaremos aqui diante da Hóstia e se a mula a respeitar, acreditarei no senhor e na sua fé. Santo Antônio, após ouvir uma inspiração divina, resolve concordar com o desafio. Passou-se três dias, e uma multidão se aglomerou na praça, muitos pela missa e outros tantos para conferir o resultado do desafio do homem infiel. Enquanto Santo Antônio caminhava com o Santíssimo Sacramento e todos os católicos se colocavam de joelhos rezando. O senhor infiel chega conduzindo sua mula, a qual maliciosamente foi privada de alimento durante os últimos dias. Faminto, o animal estava tão violento que nem o próprio dono obedecia. Contudo, ao se aproximar do Santíssimo, a mula se acalmou, e diante de todos ali presentes, milagrosamente a mula se ajoelhou perante a Hóstia Consagrada ostentada por Santo Antônio. O Milagre gerou gritos e admiração por todos, os católicos entoaram cânticos emocionados. Muitos hereges que ali estavam por curiosidade se converteram ao catolicismo, assim como o senhor dono da mula que reconheceu imediatamente a presença de Cristo, se ajoelhou também se convertendo ao catolicismo após ter pedido perdão por ter sido tão incrédulo.

 Eucaristia, remédio contra o pecado
Vivi uma experiência inesquecível há algum tempo. Num encontro onde estive pregando, durante uma Santa Missa, enquanto distribuía a comunhão, percebi uma alergia muito intensa na mão de uma pessoa que recebia a Eucaristia. No momento em que coloquei a hóstia em sua mão, a alergia desapareceu. Após este episódio, fiquei me perguntando: “Senhor, o que vi foi mesmo real ou impressão minha? O Senhor a curou?”

Após a comunhão, durante uma oração de cura, comecei a orar pelos presentes e tive a coragem de anunciar aquela cura. Falei em voz alta: “Onde você estiver, se manifeste e mostre para as pessoas a sua mão” A resposta foi imediata: com lágrimas nos olhos a pessoa mostrou a todos a mão curada.
Recebemos, na Canção Nova, muitos testemunhos de pessoas que foram curadas fisicamente através da Eucaristia. O Senhor tem realizado verdadeiros milagres.
A Eucaristia é como um remédio que temos de tomar constantemente, até ficarmos curados, principalmente quando a nossa luta é contra um determinado pecado que não conseguimos vencer.
Se frequentemente recebermos o Corpo do Senhor, seremos vencedores nessa luta em busca da cura e libertação.
Você já viu algum doente sentir vergonha de tomar remédio porque tomou muitos medicamentos e não foi curado? Não há motivos para se envergonhar. O que o doente deve fazer é continuar tomando o remédio, até ser curado. Com a Eucaristia também é assim.
:.Saiba mais sobre o XVI Congresso Eucarístico Nacional
Quando estamos em tratamento médico, enquanto não somos curados, voltamos várias vezes ao consultório. Podemos mudar de médico, mas continuamos tomando remédio até nos curarmos completamente.
Com o pecado, que é doença da alma, precisamos agir assim também: confessar quantas vezes forem necessárias e comungar frequentemente; porque a cura do pecado é mais difícil do que a cura das doenças físicas.
Precisamos desses dois sacramentos: Eucaristia e Penitência. Confesse e comungue, mesmo que sinta fraqueza ou tentação. Enquanto não voltarmos a pecar gravemente, comunguemos sem medo. É o processo usado para o tratamento de uma ferida: limpar primeiro, depois colocamos o remédio. Assim deve ser com a ferida da alma: limpá-la por meio da Confissão e em seguida medicá-la com a Eucaristia – para curá-la.
Deus quer combater nossas feridas e, para isso, precisamos desses dois sacramentos, que são amostras do amor infinito de Jesus por nós.
Ele nos manda perdoar setenta vezes sete, porque também está disposto a nos perdoar setenta vezes sete, até que sejamos curados.
É pela nossa perseverança que venceremos. Lute! Jesus já lhe deu o remédio infalível: a Confissão e a Eucaristia. A vitória está em nossas mãos!
Jesus quis dar-se totalmente na Eucaristia para vir em nosso auxílio e nos curar de acordo com as nossas necessidades: em nossas mentes, nossos olhos, nossos ouvidos, nossos lábios, nosso corpo, nosso coração, nossa sexualidade. Ele vem pessoalmente, “corpo a corpo” para nos curar e nos dar vitória sobre o pecado.

Trecho do Livro “Eucaristia, nosso tesouro” de Monsenhor Jonas Abib