Diácono Caio : "A minha vida é a manisfestação da misericórdia !"

Grande testemunho de um amigo e irmão em Cristo: Diácono Caio César (Igreja Católica Sirian Ortodoxa no Brasil) na Paróquia Santa Terezinha do Menino Jesus em Aparecida de Goiânia /Go. Assistam!!!

É na Cruz de Cristo que o fiel encontra o Amor! (Diácono Caio)

Discordâncias

Acontece não poucas vezes na nossa vida que nos indispomos contra quem ousou discordar de nós e corrigir-nos. A admiração de ontem passa a ser a mágoa de agora. Quem ele acha que é para me corrigir a mim ou ao nosso grupo?… Conseguimos ser amigos de quem concorda conosco e nos elogia, mas temos enorme dificuldade de considerar amigo aquele que ousou dizer que nosso método de trabalho, nosso modo de falar, nossas idéias não correspondem ao que a Igreja pensa sobre aquele assunto. Seria a coisa mais simples do mundo dizermos: – “Então ele não pensa como eu penso! É meu irmão e tem todo esse direito porque estudou mais sobre o tema”. Mas muitas vezes, como gostaríamos que todo mundo nos aplaudisse e concordasse conosco, nos armamos contra essa pessoa que ousou dizer  …………

o que pensava, enquanto nós não ousamos dizer a ela que o que pensamos. Então agimos emburrados, não falamos, não ouvimos. E, quando a pessoa passa por nós nem a cumprimentamos. Passei meses atrás cerca de uma hora perto de um pregador. Tentei conversar com ele três vezes e ele não respondeu. Seu mutismo era para me agredir. Soube, depois, que ele se magoou quando me ouviu num programa de rádio dizer que deveríamos exigir provas do pregador que afirma que Deus lhe disse alguma coisa naquela noite… Ele fazia isso. Achava-me inimigo dos revelados. Não sou. Apenas quero provas. Jesus mandou questionar . ( Mt 24, 24-26) Se somos incapazes de conviver, de sermos gentis, com alguém que discordou de nós, então alguma coisa estranha está acontecendo em nossa vida. Um ser humano maduro não perde o humor nem a classe com alguém ousou pensar diferente ou disse o que pensava. Talvez não tenhamos sido educados para o diálogo ou talvez nos tenhamos em tanta conta que fica proibido a qualquer pessoa discordar da nossa maneira de pensar ou de evangelizar. Isso tudo pode e deve mudar um dia, mas para que aconteça terá que começar conosco. Aceitemos aprender enquanto ensinamos. Continuemos irmãos de quem discorda de nós. Paulo e Pedro conseguiram…

Pe. Zezinho scj 

Jesus Ressuscitou! Aleluia!

Amados irmãos e irmãs de Roma e do mundo inteiro! «Surrexit Christus, spes mea – Ressuscitou Cristo, minha esperança» (Sequência Pascal). A todos vós chegue a voz jubilosa da Igreja, com as palavras que um antigo hino coloca nos lábios de Maria Madalena, a primeira que encontrou Jesus ressuscitado na manhã de Páscoa. Ela correu ao encontro dos outros discípulos e, emocionada, anunciou-lhes: «Vi o Senhor!» (Jo 20, 18). Hoje também nós, depois de termos atravessado o deserto da Quaresma e os dias dolorosos da Paixão, damos largas ao brado de vitória: «Ressuscitou! Ressuscitou verdadeiramente!» Todo o cristão revive a experiência de Maria de Magdala. É um  ….

encontro que muda a vida: o encontro como um Homem único, que nos faz sentir toda a bondade e a verdade de Deus, que nos liberta do mal, não de modo superficial e passageiro mas liberta-nos radicalmente, cura-nos completamente e restitui-nos a nossa dignidade. Eis o motivo por que Madalena chama Jesus «minha esperança»: porque foi Ele que a fez renascer, que lhe deu um futuro novo, uma vida boa, liberta do mal. «Cristo minha esperança» significa que todo o meu desejo de bem encontra n’Ele uma possibilidade de realização: com Ele, posso esperar que a minha vida se torne boa e seja plena, eterna, porque é o próprio Deus que Se aproximou até ao ponto de entrar na nossa humanidade.
Entretanto Maria de Magdala, tal como os outros discípulos, teve de ver Jesus rejeitado pelos chefes do povo, preso, flagelado, condenado à morte e crucificado. Deve ter sido insuportável ver a Bondade em pessoa sujeita à maldade humana, a Verdade escarnecida pela mentira, a Misericórdia injuriada pela vingança. Com a morte de Jesus, parecia falir a esperança de quantos confiavam n’Ele. Mas esta fé nunca desfalece de todo: sobretudo no coração da Virgem Maria, a mãe de Jesus, a pequena chama continuou acesa e viva mesmo na escuridão da noite. A esperança, neste mundo, não pode deixar de contar com a dureza do mal. Não é apenas o muro da morte a criar-lhe dificuldade, mas também e mais ainda as aguilhoadas da inveja e do orgulho, da mentira e da violência. Jesus passou através desta trama mortal, para nos abrir a passagem para o Reino da vida. Houve um momento em que Jesus aparecia derrotado: as trevas invadiram a terra, o silêncio de Deus era total, a esperança parecia reduzida a uma palavra vã.
Mas eis que, ao alvorecer do dia depois do sábado, encontram vazio o sepulcro. Depois Jesus manifesta-Se a Madalena, às outras mulheres, aos discípulos. A fé renasce mais viva e mais forte do que nunca, e já invencível porque fundada sobre uma experiência decisiva: «Morte e vida combateram, / mas o Príncipe da vida / reina vivo após a morte». Os sinais da ressurreição atestam a vitória da vida sobre a morte, do amor sobre o ódio, da misericórdia sobre a vingança: «Vi o túmulo de Cristo, / redivivo e glorioso; / vi os Anjos que o atestam, / e a mortalha com as vestes».
Amados irmãos e irmãs! Se Jesus ressuscitou, então – e só então – aconteceu algo de verdadeiramente novo, que muda a condição do homem e do mundo. Então Ele, Jesus, é alguém de quem nos podemos absolutamente fiar, confiando não apenas na sua mensagem mas n’Elemesmo, porque o Ressuscitado não pertence ao passado, mas está presente e vivo hoje. Cristo é esperança e conforto de modo particular para as comunidades cristãs que mais são provadas com discriminações e perseguições por causa da fé. E, através da sua Igreja, está presente como força de esperança em cada situação humana de sofrimento e de injustiça.
Cristo Ressuscitado dê esperança ao Médio Oriente, para que todas as componentes étnicas, culturais e religiosas daquele Região colaborem para o bem comum e o respeito dos direitos humanos. De forma particular cesse, na Síria, o derramamento de sangue e adopte-se, sem demora, o caminho do respeito, do diálogo e da reconciliação, como é vivo desejo também da comunidade internacional. Os numerosos prófugos, originários de lá e necessitados de assistência humanitária, possam encontrar o acolhimento e a solidariedade que mitiguem as suas penosas tribulações. Que a vitória pascal encoraje o povo iraquiano a não poupar esforços para avançar no caminho da estabilidade e do progresso. Na Terra Santa, israelitas e palestinos retomem, com coragem, o processo de paz.
Vitorioso sobre o mal e sobre a morte, o Senhor sustente as comunidades cristãs do Continente Africano, conceda-lhes esperança para enfrentarem as dificuldades e torne-as obreiras de paz e artífices do progresso das sociedades a que pertencem.
Jesus Ressuscitado conforte as populações atribuladas do Corno de África e favoreça a sua reconciliação; ajude a Região dos Grandes Lagos, o Sudão e o Sudão do Sul, concedendo aos respectivos habitantes a força do perdão. Ao Mali, que atravessa um delicado momento político, Cristo Glorioso conceda paz e estabilidade. À Nigéria, que, nestes últimos tempos, foi palco de sangrentos ataques terroristas, a alegria pascal infunda as energias necessárias para retomar a construção duma sociedade pacífica e respeitadora da liberdade religiosa de todos os seus cidadãos.
Boa Páscoa para todos!

Fonte: Zenit
Mensagem Urbi Et Orbi do Santo Padre Bento XVI

CIDADE DO VATICANO, domingo, 08 de abril de 2012(ZENIT.org)- Apresentamos o texto da tradicional mensagem pascal “Urbi Et Orbi” pronunciada hoje por Bento XVI aos fiéis e peregrinos presentes na Praça de São Pedro. 

Preservativo não é totalmente seguro contra DST

Entrevista com a Dra. María del Rosario Laris
CIDADE DO MÉXICO, quarta-feira, 22 de junho de 2011 (ZENIT.org – El Observador) – A Dra. María del Rosario Laris, que dirige o site www.sexoseguro.mx, oferece nesta entrevista informação sobre a efetividade do preservativo na prevenção das doenças sexualmente transmissíveis (DST) – especialmente da AIDS – e da gravidez indesejada, em busca do “sexo seguro”.
ZENIT: O nome do seu site pode gerar curiosidade e até parecer ofensivo, pois se trata do que a mídia argumenta sobre o tema do preservativo, não é assim? María del Rosario Laris: Sim, certamente, mas se trata de outra questão. Os estudos científicos que apresentamos no site nos indicam claramente a verdadeira efetividade do preservativo para prevenir as DST. Por exemplo, no caso do HIV, as revisões internacionais lhe outorgam uma média de 80% de efetividade com uso contínuo (ou seja,

em 100% das relações sexuais), deixando uma janela de 20% de possibilidade de contágio, o que o aumenta notavelmente (em até 50%) quando o uso do preservativo não se dá em 100% das relações sexuais.

ZENIT: Há outras DST para as quais o preservativo tem pouca eficácia de prevenção?
María del Rosario Laris: A efetividade do preservativo para as DST que se transmitem através do contato com a pele, como o vírus da herpes, é de 30%, com uso contínuo; mas no caso do HPV, existem vários estudos, incluindo aqueles publicados no Boletim da Organização Mundial da Saúde, que indicam que não existem dados que demonstrem que a utilização do preservativo proteja realmente contra este vírus – e este fato pode desencadear o câncer do colo do útero nas mulheres do mundo inteiro.
ZENIT: Qual é a efetividade do preservativo como método para evitar uma gravidez indesejada?
María del Rosario Laris: O preservativo tem grandes possibilidades de falhar na tentativa de evitar a gravidez, com dados de 12 a 17%, e até de 50% no segundo ano de utilização.
ZENIT: Tão evidente assim? A mídia diz outra coisa, bem diferente…
María del Rosario Laris: De fato, a dura informação nos apresenta uma realidade diferente da que é promovida pela indústria farmacêutica, dedicada à produção, distribuição e comercialização de preservativos no âmbito mundial, assim como governos e organizações que unicamente buscam fazer que os adolescentes e jovens acreditem que, utilizando o preservativo, é possível viver responsavelmente a vida sexual – o que, a longo prazo, levou a um incremento das DST e das gravidezes nas adolescentes.
ZENIT: Em muitos países, como no México, se diz que o preservativo é sinônimo de “sexo seguro” e já o elevaram quase a matéria formal nas instituições de ensino…
María del Rosario Laris: Estudos científicos demonstram que a exposição à educação no uso do preservativo não tem como consequência uma maior segurança nas práticas sexuais nem aumenta seu uso no caso de condutas sexuais de risco, mas, ao contrário, criam ilusões sobre o mal-entendido “sexo seguro”, o que diminui a idade do início da vida sexual, aumenta o número de parceiros sexuais entre os jovens e dá como resultado direto um aumento no número das DST.
Para saber mais: www.sexoseguro.mx
Fonte: Zenit