Consagre-se a Nossa Senhora

Consagre-se a Nossa Senhora Esta é a hora que você mais precisa estar em Deus e ser consagrado a Nossa Senhora. Saiba que o que você está vivendo é consequência daquilo que já aconteceu. A Santíssima Virgem Maria já pisou na cabeça da serpente, e esta está dando seus últimos botes. O abalo de cidades, estados, nações, nada mais é do que os últimos estertores da serpente. Você precisa assumir o que o Papa João Paulo II disse: “Não temais”. Precisa agarrar-se a Deus e assumir-se como alguém consagrado a Nossa Senhora. Tenha a certeza de que o Todo-poderoso não nos desamparará, pelo contrário, estará mais próximo de nós. Nossa Senhora, também, estará na sua vida, casa, família. Deus fará uma limpeza em sua vida. E quando isso acontecer, será necessário aguentar firme! Não podemos ficar prevendo o futuro nem semeando medo desde agora. Isso não nos levará a nada. Mais do que nunca, é preciso viver como consagrados e filhos escolhidos de Maria. Ela cuida de cada um de nós. O necessário não nos faltará. Deus o abençoe!

Monsenhor Jonas Abib
Fundador da Comunidade Canção Nova
Fonte:http://cancaonova.com

TE GOSTO, MAS NÃO ASSUMO

Foi o que disse o rapaz de 34 anos à moça que ele engravidou. O filho ele assumia, mas não a mãe. O fato de que no Brasil 29.6% dos lares tem apenas um chefe, significa que alguém, ou morreu, ou foi embora, ou nunca assumiu a outra pessoa. O fato de que um entre cada quatro jovens tenha pais separados significa que, no Brasil, a fidelidade está em crise e que a palavra dada perdeu a força civilizatória. Por que tentar consertar se é possível substituir? O fato de que tantos deputados tenham mudado de partido pelas benesses do Governo significa que a moral da palavra dada não mais existe; faz muito tempo que o fio de barba acabou. Isto, só de pensar provoca calafrios. Como se constrói um país onde os governantes e os representantes do povo não cumprem a palavra dada quando pediam   ……
votos? Pode dar certo um país no qual os partidos que pretendem representar o povo não cumprem seus estatutos? E quando os religiosos não cumprem a palavra dada ás igrejas que os formaram e mudam de religião ou de igreja? Se o pregador não cumpre por que haveriam os fiéis de cumprir? Se seu pregador já veio de duas igrejas, por que não irão eles para outras? Eles mudam de púlpito e os fiéis mudam de templo. Vão aonde há mais milagres e mais sinais. Os ídolos do esporte e da televisão, atletas, atrizes, atores não cumprimos contratos porque apareceu quem pagasse duas vezes mais. Tolo é quem não muda! O casal não cumpre a palavra porque apareceu uma outra pessoa. E lá se vão eles. Deixam que os filhos se adaptem ao novo amor do pai ou da mãe. O pai e a mãe agora estão mais felizes longe um do outro! As crianças compreenderão! E a que não assimilar? Fazer o quê com ela? Espera-se que cresça deve ela adaptar-se às urgências do pai e da mãe?
Que país construiremos com tanta gente que não cumpre a palavra? Se os pilares não são seguros e não sustentam as vigas troca-s de pilar? Como esperar que uma nação seja sólida quando altíssima porcentagem de lares não é? Ou uma coisa não tem nada a ver com a outra?
Esquecida, abandonada ou renegada para plano inferior a virtude da fidelidade foi embora de muitos ambientes e tende a ir embora, quando só vale o que eu sinto, o que eu quero, o que eu desejo e quando o ego fica tão desmesurado que “o outro” não conta e o nós sucumbe ao peso desse excessivo eu.
Não pode dar certo uma nação onde o indivíduo vale mais do que o coletivo; não dá certo uma nação onde os pilares trocam de fundamento e de lugar. Casa de dois pilares, onde um vai embora é muito mais frágil. Nação de poucos pilares, sólidos e de troca-troca de partidos é uma séria candidata à desordem, à imoralidade pública e a alguma forma de ditocracia que é misto de ditadura e democracia: compra-se fidelidades porque os políticos são infiéis ao povo que neles votou.
Não há cidadania onde os líderes vendem suas convicções. Não há nação onde o sentimento nada vale, ou onde vale demais. Sem razão não há fidelidade e uma nação sem fidelidade perde a razão de ser. Quem é infiel ao seu mandato mesmo que não roube, é corrupto. No primeiro golpe de estado estará ao lado do ditador. O Brasil corre esse risco. Talvez não tenhamos aqui um Hugo Chaves ou um Fidel Castro a dominar um Congresso, mas se tivermos quem compre a maioria dos seus membros,democracia é que não será. E não será por conta do “te gosto,mas não te assumo”! Quando vale a lei do quem dá mais já não é mais parlamento é casa de leilão.

Pe. Zezinho scj

Fonte:http://www.padrezezinhoscj.com

TRISTEZA QUE GERA A MORTE E A VIDA

Nesse artigo, quero me deter em um dos inúmeros livros que Joseph Ratzinger, Bento XVI, escreveu atualmente, Jesus de Nazaré. Com grande propriedade, esse ilustre e grande teólogo soube mostrar nesse livro um pouco mais da plenitude da Segunda Pessoa da Santíssima Trindade, Jesus de Nazaré. Minha intenção, é fazer um breve comentário de uma das muitas explanações teológicas que esse grande escritor concebeu nesse Livro, trata-se da: Traição de Judas e a Negação de Pedro, resultando em duas tristezas distintas, que respectivamente geraram a morte e a vida. Para melhor compreender do que vamos tratar, será necessário antes conhecer o que  ……

realmente aconteceu. Para isso, utilizarei o Evangelho de S. Lucas 22,47-48 com a seguinte tradução: “Enquanto Jesus ainda falava, chegou uma multidão. Na frente vinha o chamado Judas, um dos Doze. Ele se aproximou de Jesus e o saudou com um beijo. Jesus disse: Judas, com um beijo você trai o Filho do Homem?”. Também Lc 22,61 retirado do mesmo evangelho que diz: “Então o Senhor se voltou e olhou para Pedro. E Pedro se lembrou de que o Senhor lhe havia dito: Hoje, antes que o galo cante, você me negará três vezes”. Embasado nessas passagens do Novo Testamento, Ratzinger encontra duas espécies de tristeza, e assim ele as comenta: “Uma tristeza que perdeu a esperança, que já não confia no amor nem na verdade e que por isso desagrega e arruína o homem por dentro; mas também há a tristeza que vem do abalo, da comoção provocada pela verdade, que leva o homem à conversão, à resistência contra o mal. Esta tristeza cura porque ensina o homem a acreditar e a amar de novo. Na primeira tristeza encontra-se Judas, o qual-tocado pelo susto provocado pela própria queda – já não ousa acreditar e, no desespero, se enforca. Na segunda espécie de tristeza encontra-se S. Pedro, o qual tocado pelo olhar do Senhor, desata em lágrimas, que são salvação: elas lavam em profundidade o terreno de sua alma. Ele começa de novo e torna-se novo”. E ainda ele complementa: “A Tradição encontrou ainda outro modelo de tristeza que cura: Maria, que com a sua irmã, a mulher de Cléofas, e com Maria de Magdala e com João, está de pé ao lado da Cruz. Junto da cruz de Jesus é que compreendemos melhor a palavra: bem-aventurados os que estão tristes, porque serão consolados. A tristeza de que o Senhor fala é o não-conformismo com o mal, é um modo de protestar contra o que todos fazem e que se impõem aos indivíduos como modelo de comportamento. Mas aos tristes é prometido a consolação, aos perseguidos é prometido o Reino de Deus; é a mesma promessa que é feita aos pobres em espírito. Ambas as promessas estão unidas lado a lado: o Reino de Deus, colocar-se sob a proteção de Deus e estar escondido no seu amor-aqui está a verdadeira consolação”.
Diante desse aprofundamento e/ou “novo olhar teológico” da Escritura, o Pontífice de Roma nos desvela a necessidade de realizar urgentemente uma instrospecção e se questionar: A tristeza que estou passando ou que já passei na minha existência é ou foi, fonte de morte ou de vida?

Referência
Biblía Sagrada: Edição Pastoral Livro:Jesus de Nazaré (Joseph Ratzinger)
Por: Wander Venerio Cardoso de Freitas

Retiro Espiritual da Primeira Comunhão

No dia 21 de abril de 2012 ocorreu na Paróquia Atheneu Dom Bosco, Goiânia-Goiás, o Retiro Espiritual para recebimento do Sacramento da Eucaristia. Nele participou nove catequizandos de Jovens e Adultos da Paróquia Sagrado Coração de Jesus, cinco catequistas, três convidados e um padre.  O Retiro teve início por volta das 14 horas com animação, oração e apresentação. Posteriormente, Pe. Gregório, Salesiano, deu uma palestra sobre: “A presença real de Jesus na Eucaristia”. Depois da palestra, tivemos um intervalo e lanche, e logo após foi ministrado uma dinâmica reflexiva pela convidada Cristiane. Seguindo a programação do encontro tivemos outra palestra: “Igreja x Mundo x Jesus” ministrada pelo catequista Wander utilizando para isso o Livro de João 6, 16-21. Por fim, todo Retiro foi muito participativo tanto pelos catequizandos quanto pelos catequistas que lá estavam sendo avaliado por todos no final como muito bom.
Por: Wander Venerio C. de Freitas

Oração para se livrar do medo

Senhor Jesus, no poder do Teu Nome poderosíssimo, ponho um fim agora, a todas as formas de medo em minha árvore genealógica. Tomo autoridade sobre todo medo de rejeição e de fracasso. Senhor Jesus, na autoridade do Teu Nome, digo não a todo medo de água, altura, buracos, sucesso, fracasso, homens, mulheres, multidões, ficar sozinho, de Deus, da morte, de deixar a casa, de espaços fechados ou abertos, falar em público, falar em voz alta, falar a verdade, de voar, a todo medo do sofrimento e da alegria (citar o seu medo específico). Senhor, que minha família conheça, em todas as gerações, que não há medo no amor. Que Vosso perfeito amor encha de tal modo a história de minha família, que toda lembrança de medo deixe de existir. Eu Vos louvo e agradeço na certeza de ser atendido. Amém !

PRONTOS PARA O CÉU


O leitor, se viveu décadas terá visto o que eu vi. Muitos jovens também já viram. Não se fica indiferente. A cada morte é mais um ser humano que se despede para sempre deste mundo. Nós católicos cremos que a ressurreição aqui foi para poucos. Não cremos em reencarnação. Assim, para a quase totalidade, morre-se uma vez. Depois vem a eternidade. Acompanhei a morte de vários amigos e amigas, anciãos, adultos, jovens, sacerdotes, religiosos, minha mãe e minha irmã. Pude conversar com   ……..
todos, antes do seu gran-finale. Na quase totalidade, percebi que estavam preparados para abrir a cortina da eternidade. Não havia medo neles. Aceitaram submissamente os tratamentos que os médicos ofereciam, mais para amenizar do que para curar. Entenderam num determinado momento da enfermidade, que não haveria recuperação e decidiram entregar-se ao dono da vida.
Despedidas > Presenciei estas despedidas em crianças, adolescentes, jovens, adultos e anciãos, religiosos, homens e mulheres igualmente. O último a cuja morte assisti era um sacerdote jovem. Um dia antes, olhou-me fixamente e me disse que estava indo tranqüilo. No céu, oraria muito pela igreja e pelos que ficaram porque, da parte dele, a batalha estava concluída. A leucemia vencera. Só lhe restava, como São Paulo, esperar a coroa, porque havia combatido o bom combate.
Brincamos>Ele sorriu no meio das dores e disse: – Achei que seria mais difícil, mas meu corpo se adaptou ao sofrimento. Para mim o último suspiro vai ser uma libertação. Pedi a ele que falasse de mim lá no céu. Garantiu que o faria. Acredito na intercessão dos santos daqui e de lá. Você também reze por mim, caso do lado de lá haja alguma expiação além do que já expiei por aqui…”, disse ele.
Todas as igrejas >Conversei com pessoas de outras religiões. No momento do morrer, dei a benção final. As pessoas de vida santa, sobre as quais eu não tinha a menor dúvida, estavam indo para o céu. Mas o conceito de céu mudou muito em mim a partir das mortes que vi que assisti. Era a catequese do morrer, concluindo a catequese do viver porque uma não é oposto da outra.
Quando a gente sabe que está indo e vai estar bem na outra terra, a despedida dói muito menos. Quando não se sabe aonde se vai e porque se vai, dói muito mais. Sem um porque exclamativo e outro interrogativo tanto a vida como a morte perdem o significado! Este tempo de quaresma e páscoa devem nos ajudar a questionar estes dogmas. Cremos ou não cremos que somos mais do que este corpo? Se somos cristãos, devemos esta resposta a nós mesmos.
Pe. Zezinho scj

http://www.padrezezinhoscj.com

Minha Igreja é Católica, sou apenas um membro dela

Quando sujeitamos a erros, estamos em pecados, de certa forma não vemos nem sentimos, mas quando temos consciência disso, logo recebemos uma advertência que estamos errados. Ter o Espírito Santo em nós é viver com Cristo, pois viajamos em segundos em seu Amor e logo fugimos do pecado. Constantemente somos tentados a pecar, não cometer é irradiante, pois logo a Paz vem dentro de nós. Viva, transborde e embriague do Amor de Deus, sua Misericórdia jamais lhe faltará, por isso sou Católico Apostólico Romano.
Por: Ricardo Olinto
A Igreja Católica é a maior denominação religiosa (organização religiosa) do Cristianismo, com mais de um bilhão de fiéis. Chama-se também a Igreja Católica Romana e Igreja Católica Apostólica Romana. Ela se auto ……

define pelas palavras do Credo, como: una porque nela subsiste a única instituição verdadeiramente fundada e encabeçada por Cristo para reunir o povo de Deus, porque ela tem como alma o Espírito Santo, que une todos os fiéis na comunhão em Cristo e porque ela tem uma só fé, uma só vida sacramental, uma única sucessão apostólica, uma comum esperança e a mesma caridade; santa porque ela é a Esposa de Cristo (Cristo entregou-se por ela), por sua ligação única com Deus, o seu autor, e que visa, através dos sacramentos, santificar, purificar e transformar os fiéis; católica porque ela é universal, é espalhada por toda a Terra, é portadora da integralidade e totalidade do depósito da fé e nela está presente Cristo (“Onde está Cristo Jesus, aí está a Igreja Católica”, citação de S. Inácio de Antioquia); apostólica porque ela é fundamentada na doutrina dos apóstolos cuja missão recebeu sem ruptura.