Seminário de Vida no Espírito Santo para Crianças Fortaleza – Ce

O Shalom da Parquelândia está promovendo um Seminário de Vida no Espírito Santo para crianças de 4 à 12 anos. Traga sua criança para ter uma ótima experiência inicial com Deus, pois, é desde pequeno que vai se formando essa bela história de amor.

Mais Informaçoes:
3243-5012 / shalomdaparquelandia@comshalom.org
Local: Rua Crateús, 1540 – esquina com a Rua Raimundo Vitor (rua de frente ao Norte Shopping) – Parquelândia

Data: 10 e 11 / 09 / 2011
Horários:A partir das 8:00hs

I Encontro de blogueiros Católicos da Arquidiocese do Rio

O I Encontro de Blogueiros Católicos da Arquidiocese do Rio aconteceu neste sábado (17), no Rio de Janeiro – RJ, e teve seu início com a apresentação de Marcus Cazumba, organizador do E+blogRio, e Padre Marcio Queiroz, coordenador da pastoral da comunicacao da Arquidiocese do Rio de Janeiro.Sílvia Helena, assistente social e jornalista, fez a primeira palestra, falando sobre a importância de viver os valores cristãos nos meios em que atuamos. Em seu colóquio procurou resgatar a  ……

consciência cristã de cada blogueiro, mostrando que “antes de qualquer título, somos pessoas que precisamos ter um encontro pessoal com Jesus e buscarmos uma experiência diária”. A jornalista ainda destacou a importância do leigo na Igreja, e informou que o Rio tem pouco mais que 49% de católicos, sendo o segundo menor índice de católicos no BRASIL, só perdendo para São Paulo. Segundo Sílvia, o Rio tem o cenário ideal para evangelização nos dia de hoje.  “Somos da geração de João Paulo II” afirmou.

Na segunda palestra, Nice Afonso, editora responsável pelo portal da arquidiocese, com o tema “Liberdade, responsabilidade e clareza na comunicação católica”, falou sobre a importância de ser um pessoa decidida de seus valores, nunca ceder as questões que vão contra os nossos princípios. “o blog tem o poder de alcançar pessoas que talvez a Igreja não alcançaria”, declarou Nice. “Você pode e deve sempre ter uma atitude cristã”, conclui a editora.
Dom Orani João Tempesta, arcebispo da Arquidiocese do Rio de Janeiro, também marcou presença no evento, dizendo que “muito mais do que aprender as técnicas e as formas para um bom trabalho como blogueiro, o mais importante deste evento é reunir as pessoas para aprofundar os valores da nossa fé”, disse o Arcebispo. Padre Marcos Wiliam participou deste momento falando da importância de querermos evangelizar por estes meios.
A equipe de comunicação do portal da arquidiocese falou de sua experiência de trabalhar no segmento religioso e a necessidade de ter uma linguagem específica para este segmento, e encorajou a todos presentes a se dedicarem neste trabalho de evangelização. Ao final, um momento de oração entre os blogueiros.
Na parte da tarde, houve uma mesa redonda com debates sobre a evangelização através dos blogs, em seguida os participantes foram divididos em quatro grupos, onde trocaram experiências vividas sobre a forma como trabalham com seus blogs. No final um representante de cada grupo apresentou as conclusões dos grupos, finalizando assim o encontro.

A DOUTRINA DOS APÓSTOLOS


I. 1 Existem dois caminhos no mundo: o da vida e o da morte; o da luz e o das trevas. Neles foram estabelecidos dois anjos: o da justiça e o da iniqüidade. Porém, grande é a diferença entre esses dois caminhos. 2 Este é o caminho da vida: em primeiro lugar, deves amar ao Deus eterno que te criou; em segundo lugar, [deves amar] o teu próximo como a ti mesmo; assim, tudo o que não quiserdes que seja feito contigo, não o farás a outro. 3 A explicação destas palavras é a que segue.
II. 12 Não cometerás adultério; não matarás; não prestarás falso testemunho; não violarás a criança; não fornicarás; não praticarás a magia; não fabricarás poções; não matarás a criança mediante aborto, nem matarás o recém-nascido; não cobiçarás nada do teu próximo. 3 Não proferirás perjúrios; não falarás mal, nem recordarás das más-ações. 4 Não darás mal conselho, nem teu linguajar terá duplo sentido, pois a língua é uma armadilha para a morte. 5Tua palavra não será vã, nem enganosa. 6 Não serás  ….ambicioso, nem avarento, nem voraz, nem adulador, nem parcial, nem de maus costumes; não admitirás que se crie uma armadilha para o teu próximo. 7 Não odiarás a qualquer homem, mas o amareis mais que a tua própria vida.
III. 1 Filho: afasta-te do homem mal e do homem falso. 2 Não sejas irado porque a ira conduz ao homicídio, nem desejes a maldade e a paixão pois disto tudo nasce a ira. 34Não sejas astrólogo, nem purificador, pois estas coisas conduzem à vã superstição; nem sequer desejes ver ou ouvir estas coisas. 5Não sejas mentiroso porque a mentira conduz ao roubo; nem amante do dinheiro, nem da vadiagem, pois de tudo isto nascem os roubos. 6 Não sejas murmurador porque isto conduz à difamação; não sejas temerário, nem penses mal, pois de tudo isto nascem as difamações. 7 Ao contrário, sê manso, porque os mansos possuirão a terra santa. 8 Sê também paciente em teu trabalho; sê bom e temeroso de todas as palavras que escutas. 9 Não te enaltecerás nem te gloriarás perante os homens, nem infundirás a soberba na tua alma; não te unirás em espírito com os orgulhosos, mas te juntarás aos justos e humildes. 10 Receberás como bem as coisas adversas que te ocorrerem, sabendo que nada ocorre sem Deus.
IV. 1Daquele que te ensina a palavra do Senhor Deus, te recordarás dia e noite. O respeitarás como ao Senhor, pois onde se apresentam as coisas relativas ao Senhor, ali está o Senhor. 2 Assim pois, busca o rosto dos santos, para que te entretenhas nas suas palavras. 3 Não causes divisões, mas põe paz entre os que se desentendem; julga retamente sabendo que também tu serás julgado; não derrubarás ninguém em desgraça. 4 Não terás dúvidas se será ou não verdadeiro. 5 Não sejas como aqueles que estendem a mão para receber e encolhem para dar. 6 Sim, graças às tuas mãos, tens a redenção dos pecados; não terás dúvidas ao dar, sabendo quem será o remunerador dessa recompensa. 7 Não te desviarás do necessitado, mas compartilharás todas as coisas com teus irmãos e não dirás que sãos tuas. Se somos co-partícipes no imortal, quanto mais devemos iniciá-lo já, a partir daqui? Eis que o Senhor quer dar a todos os Seus dons. 9 Não afastarás as tuas mãos dos teus filhos, mas desde a juventude lhes ensinarás o temor a Deus. 10 A teu servo ou a tua serva, que esperam no mesmo Senhor, não os obrigarás, com ira, que venham a temer ao Senhor e a ti, pois Ele não veio para discriminar pessoas, mas para aqueles em quem encontrou um espírito humilde. 11 Vós, servos, permanei submissos aos vossos senhores como a Deus, com pudor e temor. 12 Odiarás toda hipocrisia e não farás o que não agrada a Deus. 13 Assim, pois, guarda, filho, o que tens ouvido e não lhe acrscentes coisas contrárias, nem as reduza. 14 Não te cerques da oração cm maus propósitos. Este é o caminho da vida.
V. 1 Por outro lado, o caminho da morte é contrário àquele. Para começar, é mau e cheio de maldições: adultérios, homicídios, falsos testemunhos, fornicações, maus desejos, atos mágicos, poções malditas, roubos, vãs superstições, furtos, hipocrisias, repugnâncias, malícia, petulância, cobiça, linguajar imoral, inveja, ousadia, soberba, orgulho, vaidade. 2 Os que não temem a Deus, os que perseguem os justos, os que odeiam a verdade, os que amam a mentira, os que não conhecem a recompensa da verdade, os que não se aplicam ao bem, os que não têm um reto juízo, os que não cuidam pelo bem mas pelo mal 3– dos quais se esgota a paciência e cerca a soberba – os que perseguem aos remuneradores, os que não se compadecem do pobre, os que não se afligem com o aflito, os que não conhecem a seu Criador, os que assassinam os seus filhos, os que cometem o aborto, os que se afastam das boas obras, os que oprimem o trabalhador, os que se esquivam do conselho dos justos: Fillho, afasta-te de todos estes!
VI. 1 E vigia para que ninguém te afaste desta doutrina; do contrário, serás considerado sem disciplina. 234 Se a cada, com cuidado, fizeres estas coisas, estarás próximo do Deus vivo; se não o fizeres, estarás longe da verdade. 5 Põe todas estas coisas em teu espírito e não perderás a tua esperança; ao invés, por estes santos combates, chegarás à coroa. 6 Por Jesus Cristo, o Senhor que reina e é Senhor com Deus Pai e o Espírito Santo, por todos os séculos dos séculos. Amém.
(Versão Breve)
Autor: Atribuída aos Doze Apóstolos
Tradução: Carlos Martins Nabeto

Este texto trata-se de uma versão latina muito antiga, que não se apóia no texto cristão da Didaqué, mas no texto grego de uma doutrina judaica tardia das duas vias; concepções paralelas se refletem, outrossim, na literatura sapiencial, bem como nos escritos rabínicos e nos manuais da seita de Qumran.

A tradução latina inicia-se com o título cristão “De doctrina apostolorum” e termina com uma doxologia trinitária. O próprio texto, contudo, não foi elaborado de novo por mãos cristãs. Já antes dessa versão latina, vários estudiosos haviam admitido a existência de um original judaico, como fonte da Didaqué 1-6; a “Doctrina” só vem a confirmar tal opinião.
O escrito pode ser datado entre o séc. I e II. [Fonte: “Patrologia”, B.Altaner/A.Stuiber, ed. Paulinas, pp. 89/91].

OUVIR OS GAYS E OS HÉTEROS

Eles falam em farisaísmo. Muitos deles, feridos no seu âmago, não aceitam nem aproximação nem explicação da Igreja. Há ressentimento e conflito. As palavras vêm dos Estados Unidos e têm suas nuances em cada país. Gay supõe celebração feliz. Seria o Eros sem culpa, mas não necessariamente sem responsabilidade. Os não gays podem discordar, mas não podem denegrir seus irmãos que optaram por assumir sua homossexualidade. Vai além da postura. Envolve moralidade e caridade. Straight ou hétero seria alguém que vive sua sexualidade segundo o caminho tradicional e estabelecido na maioria das culturas. Homo-afetivo e hétero-afetivo são, hoje, ……

palavras incorporadas ao cotidiano da maioria das democracias.

Vivendo numa democracia, a Igreja terá que se pronunciar, sem perder o respeito por defensores de teses opostas, deixando claro sua moral, posto que as sociedades aceitam novas morais no seu seio. E deverá fazê-lo, sabendo que não é mais a única voz, nem a mais preponderante a mostrar os rumos de uma nação. Acabou a tutela da Mãe e Mestra. A sociedade aceita ouvir, mas não aceita ser pautada pela Igreja Católica nem pelas evangélicas. É a realidade do Brasil de agora! Mas as Igrejas têm o direito de entrar no debate do amor e da vida, como os outros entraram, mas sem ceder nos conceitos e princípios. E devem saber fazê-lo.
Aqui entra a nossa comunicação. Não somos obrigados a aceitar a moral sexual e matrimonial dos gays, nem eles são obrigados a aceitar a nossa. Talvez um dos livros interessantes sobre o assunto seja o: Fé Além dos Ressentimentos – Fragmentos Católicos em Voz Gay, de James Alison; editado pela É-Realizações. Entra de cheio no assunto inclusão-exclusão. Incluí-los na liderança. Nos sacramentos? Na comunhão? Excluí-los? E incluir é modernidade e excluir é conservadorismo? Quem o diz?
Não somos obrigados a ceder aos seus argumentos, só porque fazem pressão na mídia ou no Congresso. Eles pensam o mesmo sobre nós. Ensinam o oposto, mas temos que nos ouvir. A questão gay é mais um dos desafios da comunicação da Igreja, que sabida, mas nem sempre admitidamente, teve e tem gays nas suas fileiras e até nas altas esferas. Agem como os marranos de ontem que escondiam sua fé judaica sob aparência de cristianismo. Revelando-se, sofreriam represálias. Mas, ao esconder sua condição, enganam sua igreja que impõe como condição para o ministério, que seus pregadores não sejam nem homo-afetivos, nem homófobicos. Nem aderir nem agredir. Como assumir este discurso?
Alguns abertamente gays querem espaço na Igreja. Outros, veladamente gays, influenciam como podem a visão sexual dos católicos. Nem eles desistem nem nós devemos desistir. E não se diga que os problemas de pedofilia estão com os gays enrustidos. Não é verdade que gay seja o mesmo que pedófilo. Qualquer católico que pense e estude sabe a diferença. Nem é verdade que ser gay revela falta de caráter. É sentimento que não cabe no pensar moral da Igreja Católica e de muitas igrejas cristãs, mas isso não nos autoriza a dizer que são pessoas desequilibradas.
Disse-o bem o rapaz assumidamente gay que, sentindo-se católico, mas com enorme dificuldade de viver a proposta da Igreja, declarou que não pretendia mais ser padre, nem para dobrar, nem minar, nem mudar o pensamento católico. Toda sociedade tem regras e ele ficaria onde poderia. Seu amor pela igreja herdada dos pais e na qual aprendera quase tudo do que sabia, era maior do que o amor pelo parceiro a quem chamava de namorado. Se a Igreja lhe negava o altar, ao menos lhe desse outros auxílios. Se sua Igreja não admitia seu amor por alguém do mesmo sexo, ao menos lhe desse o direito de ser católico naquilo em que poderia ser, posto que muitos que sabidamente também não vivem a integridade da fé permanecem católicos. Ele conhecia pouquíssimos católicos 100%.
Mal sabia que estava repetindo o que Bento XVI afirma no livro Luz do Mundo, ao dizer que muitos que se afirmam católicos não vivem como tal e muitos que não se sentem católicos estão dentro do mistério, pelo seu sofrer e pela sua procura.
Não é assunto que se resolva superficialmente. A Igreja vive de conclusões, mas, para concluir, sofre muito em cada procura. A Pascom (Pastoral da Comunicação) da Igreja, já que discorda, procura um jeito de discordar dos gays sem machucá-los. Mas também a eles cabe o dever de, ao discordar de nós, não investir contra seus irmãos sabidamente não gays, como se fôssemos ferozes e excludentes.
Aos sacerdotes e religiosos com tendência para tais relacionamentos, a fala da Igreja é clara. Não podem! Não entrem, ou se não podem viver esta dimensão moral por ela proposta, saiam! A mesma sociedade que tolera os gays não religiosos reage violentamente contra religiosos abertamente gays. A duplicidade vem de todos os quadrantes. É aí que o conflito se agiganta. Querem ser sacerdotes e religiosos, mas querem viver como gays. Em alguns casos, soa como desafio aberto. Alguns moram juntos e não demonstram a menor intenção de separar-se. Esperam que a Igreja aceite, ou se cale. Dá-se o mesmo com igrejas evangélicas ou pentecostais.
São diversas as vozes, nas mais variadas igrejas a garantir que esta moral já coube e ainda cabe no cristianismo. Na Igreja Católica, a decisão está tomada: dialogar sem ceder e sem fazer de conta que não existe. Crescem as reivindicações dos gays que, inclusive, assumem o nome como algo digno, bom e belo. Há, desde agora, e haverá problemas logo adiante! Onde houver caridade, o conflito será mais suave, mas prosseguirá. É a realidade a ser enfrentada. Se tiver que ser não será não. Mas sem rimar com agressão nem de um lado nem do outro. Conseguirão?

Fonte: /www.padrezezinhoscj.com

4 MENTIRAS DA NOVA ERA

Segundo Dom Berzosa no 2º Congresso Internacional Teresiano existe “quatro mentiras ou tentações” espirituais da Nova Era, já mencionadas em Gênesis 3, 1-5, e cuja autoria seria do tentador: “sereis como deuses” (panteísmo), “não morrereis jamais” (reencarnação), ‘conhecereis o bem e o mal” (relativismo e subjetivismo moral) e “seus olhos se abrirão” (esoterismo iluminista). “A fé cristã não é uma iniciação esotérica nem um caminho de iluminação da consciência – explicou. E a salvação não consiste  ….

em uma experiência de plenitude cósmica através de um processo de reencarnação.” Também destacou o grande alcance dessa espiritualidade e estilo de vida, chegando a afirmar que a Nova Era é como “a alma ou espírito da globalização econômica neoliberal”.
“Se, há algumas décadas (I1960-1970), se falava de transformação social, compromisso social, mudança de estruturas (marxismo), hoje se fala de consciência superior, de boas vibrações, de qualidade de vida, de harmonia profunda, de meditação transcendental, de energia, de agir no planetário, de nova ordem mundial e globalização”, disse.
Com relação ao perfil de pessoas mais influenciadas por este novo paradigma, destacou: “Ele se arraiga entre as pessoas do primeiro mundo, de classe média-alta, entre 25-50 anos – que têm o estômago cheio, mas a cabeça e o coração vazios e que são os grandes ausentes das nossas comunidades cristãs”.
No entanto, Dom Berzosa afirmou que “a moda da Nova Era se esfumará, mas as perguntas levantadas por ela permanecerão (…), perguntas que o cristianismo soube e saberá responder a partir do mistério profundo e integral de Jesus Cristo”.
Fonte: Zenit