Participe! Prêmios de Comunicação da CNBB

De 01 de março de 2010 a 31 de maio de 2011 ocorrerá as inscrições para os Prêmios de Comunicação da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil. Serão premiados os melhores trabalhos publicados entre 2010 e 2011, cujos objetivos coincidam com valores humanos, cristãos e éticos.

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Pe. Marcelo Rossi fará dedicatória do seu Livro no Center Shopping Uberlândia

Padre Marcelo Rossi estará hoje, dia 30 de março de 2011, das 11 h às 22:00 hs no Center Shopping Uberlândia e na Saraiva Megastore, Uberlândia (MG), fazendo a dedicatória do seu mais novo livro: “ÁGAPE”, que já vendeu milhares de exemplares.
Endereço do Shopping, clique em Leia  Mais
Endereço:
Avenida João Naves de Ávila, 1.331
Uberlândia – MG.
Próximo:
Prefeitura Municipal
Câmara Municipal de Uberlândia
Aeroporto – 3,7 km
Centro – 1,5 km
BR 050 – 1,9 km
BR 365 – 1,8 km
Localizado no cruzamento das duas principais avenidas da cidade: João Naves de Ávila e Rondon Pacheco. O Center Shopping está a apenas 4 minutos dos principais bairros da cidade, e concentra no seu entorno, mais de 300 mil pessoas.

A Igreja não é ‘a casa da mãe Joana’!

 Todo o mundo deve saber o significado da expressão a “casa da mãe Joana”. E, se você não souber, vai ficar sabendo já! O texto a seguir, fui buscá-lo na internet, essa porta sem fronteiras da modernidade tecnológica: “Ensina Câmara Cascudo que a expressão se deve a Joana, cujo nome completo se desconhece, que viveu na Idade Média entre 1326 e 1382 e foi rainha de Nápoles e condessa de Provença. Teve uma vida atribulada e em 1346 passou a residir em Avignon, na França, segundo alguns autores por ter se envolvido em uma conspiração em Nápoles de que resultou a morte de seu marido, segundo outros por ter sido exilada pela Igreja por causa de sua vida desregrada e permissiva. Em 1347, aos 21 anos, Joana regulamentou os bordéis da  . . . . . . . .
cidade onde vivia refugiada. Uma das normas dizia: ‘o lugar terá uma porta por onde todos possam entrar’. Transposta para Portugal, a expressão paço-da-mãe-joana virou sinônimo de prostíbulo. Trazida para o Brasil, o termo paço, por não ser da linguagem popular, foi substituído por casa e casa-da-mãe-joana e serviu, por extensão, para indicar o lugar ou situação em que cada um faz o que quer, onde imperam a desordem, a desorganização
“.

Como veem, a internet pode ser um auxílio necessário à superação de nossa ignorância, até mesmo para curiosidades desse tipo. Espero que a expressão tenha sido entendida pelo meu leitor, mas, se não, vamos instigar nossa massa cinzenta.

Na verdade, eu não sei nem conheço o meu leitor, embora saiba que, vez por outra, alguém me aborde na rua para me dizer que leu e gostou, ou não, de algum texto meu. O fato é que, apesar de ter de falar certas verdades incômodas, minha intenção não é, nunca, ferir a sensibilidade de quem quer que seja, mas, sobretudo, suscitar uma reflexão oportuna sobre comportamentos que não condizem com certas circunstâncias e lugares, no caso específico, refiro-me a atitudes sem propósitos que muitos hereges de plantão querem fazer dentro da Igreja. Nunca aparecem lá, e quando vão, pensam em querer fazer dela a “casa da mãe Joana”. Independentemente do que você faça ou realize como profissional, responda-me com sinceridade: “Você gostaria se alguém chegasse a seu lugar de trabalho – seu escritório, seu gabinete, sua casa, sua loja, seu supermercado, seu departamento de vendas, sua cozinha, sua barraca, sua empresa, sua farmácia – e começasse a mudar tudo de lugar, simplesmente, porque não gostou da disposição das coisas?”

Pode até ser que algum desorientado responda de maneira positiva, mas, o normal, é que diga: “Não, não gostaria!”. Então, por que na Igreja tudo deve ser permitido? Especialmente em “missas de formatura” – que é um termo inapropriado para a Celebração Eucarística, porque não existe “missa de formatura” – e em casamentos, muitos aborrecimentos chegam pelo fato de que muitas pessoas, não habituadas com a celebração litúrgica, não conseguem distinguir a diferença entre a Igreja, que é o espaço sagrado do louvor e do culto prestado a Deus, cuja presença está no Sacrário, permanentemente, e outro qualquer salão de festas, ou, quando não, um salão de debutantes. Quando digo que não “há missa de formatura”, quero dizer que a Liturgia da Igreja é uma só, e já está pronta no Missal Romano para as diversas circunstâncias da vivência cristã. Não somos nós que a reinventamos com as chamadas “adições inoportunas”, como bem caracterizou o Papa Bento XVI.

Aí, pensa-se poder cantar de tudo, desde que cada um sinta a pulsação emocionante de seu coração embalado pelo romantismo que, às vezes, é visto na televisão. E, quando as pessoas sérias da Igreja tentam dar uma orientação conforme as exigências próprias da sagrada Liturgia, são taxadas de intransigentes e mal-educadas. Que o digam algumas pessoas entre cerimonialistas, fotógrafos, ornamentadores e cantores que, convidados a receberem formação litúrgica pela Arquidiocese, em 2010, quase em uníssono, manifestaram o desafeto em relação ao Padre da Paróquia “Jesus Ressuscitado”. Nesse âmbito, o que eu considero mais engraçado – para não dizer o mais cínica e lamentavelmente deslavado – é que eles vão lá para ganhar dinheiro à custa da Igreja, e ainda querem dizer como o padre deve presidir a Santa Missa ou assistir ao matrimônio.

Torço pelo dia em que a Igreja, de modo sereno e competente, chegue a gerir sua própria casa, também nesses momentos, sem precisar de vândalos interesseiros que muito perturbam o interior da igreja, quando, na verdade, deveriam favorecer o silêncio e a dignidade do ambiente sagrado ou o lugar do culto, onde está o Senhor presente na Eucaristia.

Ora, se a gente vai ao cinema e não pode dar um “pio”; no teatro, exigem educação, silêncio e respeito durante a apresentação. Da mesma forma, quando se mora num apartamento, há um horário limite para determinados barulhos. Assim como, se alguém vai ter um encontro com uma pessoa que a julga importante, não vai com a primeira roupa que encontra pendurada no cabide do guarda-roupa. Certo dia, encontrei um jovem que foi à Missa vestindo uma camiseta regata. Então, perguntei-lhe: “Por que você não veio mais composto?” E ele respondeu: “Deus quer é o coração, não a veste”. Sua falsa lógica provocativa não me dispensou imediato acinte: “Se é assim, por que não veio nu?!”. Se alguém não sabe, os especialistas em etiqueta afirmam que esse tipo de roupa não combina com nenhum evento social, a não ser com esporte e lazer.

No fundo, o que falta é um pouco de bom senso e respeito pelas pessoas ao redor, e, de modo muito mais especial ainda, pelo Cristo, o Dono da Igreja, presente no Sacrário. Incrível como nossa mediocridade e banalidade encontram justificativas e desculpas para tentar impor nossas razões hipócritas e incoerentes. E o que dizer dos aborrecimentos com os atrasos, considerados por alguns de “chiques”!?. Falta de educação e respeito nunca foram “chiques” em lugar nenhum. Infelizmente, fomos mal-acostumados com o incisivo e provocante rifão do “atrasar é chique!”. Entendo que nem tudo poder ser, rigorosamente, vivido na dinâmica respeitosa da pontualidade, mas, atrasar mais de meia hora, deixando o sacerdote esperando como um pateta, já é abuso. Agora, se for o padre quem atrasar, depois que os noivos e convidados tiveram entrado na igreja, coitado dele! Já tivemos sérios problemas por conta disso. Mas, os direitos deveriam ser iguais, quer dizer, direitos e deveres.

Quem não cumpre os deveres, deveria perder todos os direitos se não for capaz de encontrar legítimas e convincentes explicações para o seu atraso. De fato, esse é um problema que está presente na leviandade de muitas pessoas que não prezam por seus compromissos como deveriam, tratando-os com reverência e honradez. No aeroporto de Brasília (DF), presenciei uma confusão instantânea feita por um casal que, chegando depois do tempo previsto para o embarque, não o fizeram e perderam o direito para alguém que já estava na fila de espera havia mais de duas horas. A balbúrdia, a gritaria e o descontrole foram notáveis no balcão de controle do embarque. Eles dançaram o “samba do caboclo doido”, mas não viajaram. A orientação é para que se chegue, pelo menos, uma hora antes, em voos nacionais e, duas, em voos internacionais. No caso, da Igreja, que, graças a Deus, não vai decolar para lugar nenhum, o ideal seria que o padre se atrasasse tanto tempo quanto os noivos atrasam, depois do horário marcado e previsto para o início da celebração. Aliás, quando isso acontece por alguns minutos, os ânimos se sublevam e se agitam se o padre não aparecer logo. Sendo que a celebração do Matrimônio é um momento muito importante na vida de todos, dos noivos aos seus familiares e convidados, a exigência do diálogo se faz necessária com todos os envolvidos na esteira da preparação e da realização do evento, a fim de que tudo aconteça na mais absoluta e desejada ordem. Com efeito, o casamento não é apenas um encontro social, em que nos produzimos para sair bem na foto e, consequentemente, no álbum. É mais do que isso, é um Sacramento que os noivos recebem prometendo respeito e fidelidade recíprocos por toda a vida. E, para tal atitude, contam com a graça recebida pelo Sacramento da Igreja.
Os sacerdotes não somos funcionários da arbitrariedade e da incompetência de quem não leva a sério a responsabilidade de seus compromissos, querendo transformar a Igreja “na casa da mãe Joana”, onde cada um faz o que quer, quando quer e pensa que pode. Nosso desejo é que a reflexão ajude-nos a rever nossos conceitos e valores quando nos aproximamos das coisas sagradas da Igreja de Cristo, no intento de não entregarmos “pérolas aos porcos” (cf. Mt 7,6). Embora pareça dura, a expressão é de Cristo Jesus, ensinando aos Apóstolos o santo dever da consciência de não profanar as coisas santas de sua própria e amada Igreja.
Padre Gilvan Rodrigues dos Santos
Mestre em Teologia Bíblica- Pontifícia Univ. Gregoriana Roma

Beatificação de João Paulo II: mensagem da CNBB

“Deus nos chamou à santidade” (1 Ts 4,7)

A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) dirige-se aos católicos e a todas as pessoas de boa vontade para manifestar sua alegria e gratidão a Deus pela beatificação do Servo de Deus, João Paulo II, no próximo dia primeiro de maio. O Papa João Paulo II amava muito o Brasil e visitou nosso País por três vezes. Entre nós, ele foi carinhosamente acolhido e aclamado como “João de Deus”. A beatificação nos incentiva a aprofundar nossa   ……
vocação universal à santidade. Na sua primeira mensagem, ele convidou a todos: “abri as portas a Cristo Jesus!” Sua vida foi um testemunho eloquente de santidade, pela grande fé, amor à Eucaristia, devoção filial a Maria e pela prática do perdão incondicional. A Palavra de Deus foi por ele intensamente vivida e anunciada aos mais diferentes povos. A espiritualidade da cruz o acompanhou na experiência da orfandade e da pobreza, nas atrocidades da guerra e do regime comunista, mas principalmente no atentado sofrido na Praça de São Pedro. De maneira serena e edificante, suportou as incompreensões e oposições, as limitações da idade avançada e da doença.O mundo inteiro foi edificado pelo seu empenho em favor da vida, da família e da paz, dos direitos humanos, da ecologia, do ecumenismo e do diálogo com as religiões. Revelou-se um grande líder mundial, um verdadeiro “pai” da família humana. Pediu várias vezes perdão pelas falhas históricas dos filhos da Igreja. Ele mesmo foi ao encontro do seu agressor, na prisão, oferecendo-lhe o perdão. Pela encíclica Dives in Misericordia e na instituição do “Domingo da Divina Misericórdia”, manifestou seu compromisso com a reconciliação da humanidade.
Foi um papa missionário. Numerosas viagens apostólicas marcaram seu pontificado e incentivaram, na Igreja, o ardor missionário e o diálogo com as culturas. No Grande Jubileu conclamou e encorajou a Igreja a entrar no terceiro milênio cristão, “lançando as redes em águas mais profundas”. Afirmou e promoveu a dignidade da mulher; ampliou o ensino Social da Igreja e confirmou que a promoção humana é parte integrante da evangelização. Valorizou os meios de comunicação social a serviço do Evangelho. A todos cativou pelo seu afeto e sensibilidade humana; crianças, jovens, pobres, doentes, encarcerados e trabalhadores foram seus preferidos.
O Papa João Paulo II estimulou, especialmente, as vocações sacerdotais, religiosas e missionárias. Aos sacerdotes dirigiu, todos os anos, na Quinta-Feira Santa, sua Mensagem pessoal. Leigos e consagrados foram valorizados e encorajados nos Sínodos a eles dedicados, para promover sua dignidade, vocação e missão na Igreja.
Convidamos, portanto, todo o povo a louvar e agradecer a Deus pela beatificação do Papa João Paulo II. “O Brasil precisa de santos”, proclamou ele na beatificação de Madre Paulina. Sensibilizados por essas palavras, confiamos à sua intercessão a santificação da Igreja e a paz no mundo. Fazemos votos de que seu testemunho e seus ensinamentos continuem a animar a grande família dos povos na construção de uma convivência justa, solidária e fraterna, sinal do Reino de Deus, entre nós.

Brasília, na Solenidade da Anunciação do Senhor,

25 de março de 2011
Dom Geraldo Lyrio Rocha
Arcebispo de Mariana
Presidente da CNBB

Dom Luiz Soares Vieira
Arcebispo de Manaus
Vice-Presidente da CNBB

Dom Dimas Lara Barbosa
Bispo Auxiliar do Rio de Janeiro
Secretário-Geral da CNBB

Fonte: Zenit

Pe. Marcelo Rossi está no Iguatemi Shopping Fortaleza

Padre Marcelo Rossi estará hoje, dia 23 de março de 2011, das 11:00 às 22:00 hs no Shopping Iguatemi Fortaleza e na Livraria Saraiva – Loja II fazendo a dedicatória do seu mais novo livro: “ÁGAPE” que já vendeu mais de 1,2 milhão de exemplares.
Clique em Leia  Mais para ver o endereço do Shopping
Av. Washington Soares, 85 – Água Fria
Fortaleza – CE
Próximo:
Parque Ecológico do Cocó
Avenida Engenheiro Santana Junior
Avenida Sebastião de Abreu

Como não ofender seu cônjuge com palavras injuriosas?

 
Estava lendo um livro que abordava acerca do relacionamento conjugal entre homem e mulher, em um determinado capitulo, o autor, citou São Francisco de Sales que ensinava uma mulher a não dizer palavras injuriosas para seu esposo. O Santo disse as seguintes palavras a ela:  – Quando pensares em dizer algo que “manchas” seu esposo, pega logo um copo de água e beba imediatamente, assim, ficarás com a boca ocupada, não dando espaço para o mal agir em  palavras que não o edifica. É bem verdade que vale tanto para o homem quanto para a mulher o que disse São Francisco de Sales.

Por: Wander Venerio C. de Freitas

O Amor

Pe. Luiz Augusto, da Paróquia Sagrada Família, em Goiânia.
A todos os que são céticos a respeito do amor, eu gostaria de dizer que “o amor faz bem para os que se ocupam dele”. Temos de nos ocupar com o amor, suar por ele, trabalhar por ele. Uma obra de arte é, sobretudo, uma obra, um trabalho. O amor não chega embrulhado em papel de seda, pronto, com todas as peças no lugar. Ele é uma caixa de ferramentas para trabalho do tipo faça-você-mesmo. Temos de trabalhar, juntar suas peças dia-a-dia, pouco a pouco. Temos de suar pelo amor. Ele não é daquelas   . . . .. .

coisas que simplesmente acontecem. Além disso, o amor não é uma emoção, um sentimento. É um compromisso com outra pessoa. “Amo você. Vou ser o que você precisa que eu seja. Vou fazer o que você precisa que eu faça. vou dizer o que você precisa que eu diga. É isso o que quero dizer, quando falo que amo você. Se você tiver sucesso, eu me alegrarei com você por causa dele. Estarei na primeira fila do departamento de animação, aplaudindo você. Se você fracassar, estarei sentado em silêncio ao seu lado, de mãos dadas com você. É isso o que quero dizer, quando falo que assumi o compromisso de amá-lo”.

*
O amor é belo e doce. Também exigirá cada grama de determinação e coragem que temos. É um compromisso visceral que convida o outro a “considerar-nos ponto pacífico”. Considere meu amor ponto pacífico. O amor vai nos conduzir para caminhos que não podemos prever. Sei que nossas necessidades vão mudar com o passar do tempo. Quando você mudar, vou procurar me adaptar a essas mudanças. Vou procurar ser qualquer coisa que você precisar que eu seja e sei que nem sempre vai ser a mesma coisa. E mesmo que você fracasse, se você frustrar minhas expectativas, assim como as suas, tenha certeza de uma coisa: sempre vou amar você. Quero que meu amor seja verdadeiro, e o verdadeiro amor é para sempre. Nunca tomarei meu amor de volta.

“O amor tudo desculpa, tudo crê, tudo espera, tudo suporta. Deus é amor.”

Extraído do livreto “Testemunhos, desabafos e pedidos de auxílio…”, de Pe. Luiz Augusto.
Por:blogdosergiovieira@uol.com.br