Pregação:  Ovelhas sem pastor
“A messe é grande, mas os operários são poucos”, diz Jesus. Eu gosto sempre de explicar que messe não é qualquer plantação e não é qualquer colheita. Messe é aquele tipo de plantação que, se for colhida na época certa, se salva. Mas se não for colhida no momento exato, se perde.
  
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Oração após uma cirurgia
Obrigado meu bom Jesus por toda misericórdia dispensada aos nossos cuidados. Bendito e louvado sejas no céu e na terra, pois só tenho a agradecê-lo e nada reclamar. Atendeste meu clamor na hora que eu mais precisei do teu amor. Obrigado por ter guiado as mãos daqueles as quais sobre mim realizaram alguns procedimentos cirúrgicos. Obrigado ainda mais por que conservaste a minha vida. Quão pecador eu sou que não merecia tão grandes favores. Não me deixes ser ingrato diante de tão grande dádiva. Curai-me de todo orgulho, inveja, ciúme e maledicência, afastai de mim todo e qualquer espírito de divisão, incredulidade e intriga. Obrigado mais uma vez Senhor por que foste Vós que me operastes, utilizastes o médico somente como instrumento de suas maravilhas. Bendito e louvado sejas eternamente, nenhum homem é capaz de pagar tudo o que realizas de extraordinário em nossas vidas. Toda honra e toda glória somente a Vós Senhor Deus do universo, Senhor dos senhores, Deus dos deuses, meu Deus e meu tudo, Jesus Cristo. Maria Santíssima Mãe de Deus, rogai por nós pecadores que recorremos a vós, amém.
Por: Wander Venerio Cardoso de Freitas.

Bento XVI quando era padre novo

Bento XVI
“À vida dos Santos, não pertence somente a sua biografia terrena, mas também o seu viver e agir em Deus depois da morte. Nos Santos, torna-se óbvio como quem caminha para Deus não se afasta dos homens, antes pelo contrário torna-se-lhes verdadeiramente vizinho (Deus caritas est, 42)”.

 Vaticano: nada muda com fala de papa sobre camisinha
O Vaticano alertou neste domingo que não há nada de “revolucionário” na afirmação do papa Bento XVI de que o uso da camisinha em circunstâncias excepcionais pode ser um ato responsável no combate à disseminação do HIV. O principal porta-voz da Santa Sé, reverendo Federico Lombardi, divulgou . . . . .
um comunicado destacando que o comentário do papa que está num livro que será publicado nesta terça-feira não “reforma nem muda” os ensinamentos da Igreja, que proíbe o uso de preservativo e outros métodos contraceptivos. Bento XVI tampouco está “justificando moralmente” o exercício ilimitado da sexualidade, acrescentou Lombardi.

O papa acredita que o uso de camisinha para diminuir o risco de infecção é a “primeira assunção de responsabilidade”, diz o comunicado, usando um trecho do livro. “O raciocínio do papa não pode de modo algum ser definido como uma mudança revolucionária”, disse o porta-voz.
Bento XVI falou em entrevista a um jornalista alemão. O jornal do Vaticano L’Osservatore Romano divulgou ontem trechos do livro, “Luz do Mundo”, três dias antes da publicação.
Na entrevista, Bento XVI afirmou que em certos casos, como prostituição masculina, o uso da camisinha pode ser um primeiro passo em assumir responsabilidade moral para conter a disseminação do vírus que causa a Aids.
Lombardi destacou que o papa enfatizou a principal recomendação da Igreja na luta contra a Aids – a abstinência sexual e fidelidade entre os que são casados. O porta-voz citou as palavras de Bento XVI de que a Igreja “não considera isso (o uso de preservativo) como solução real ou moral”. “Com isso, o papa não está reformando ou mudando o ensinamento da Igreja, mas reafirmando-o, colocando-o no contexto do valor e da dignidade da sexualidade humana como expressão de amor e responsabilidade”, disse o porta-voz.

Por: Associated Press.

Oração de Louvor ao Deus Bendito


Bendito sejas Deus para sempre, bendito seja seu Santo Nome, exaltado e glorificado Seja para sempre. Pai Amado, eu te louvarei na alegria e na tristeza, no riso ou no choro, na liberdade ou na prisão, na saúde ou na doença, na fé ou na incredulidade, na fartura ou na miséria, de dia ou de noite, na riqueza ou na pobreza, na certeza ou na dúvida, na bonança ou na provação, no agora ou no amanhã, andando ou parado, no sol ou na chuva, na Igreja ou na rua, sozinho ou acompanhado, calmo ou nervoso, na vida ou na morte.
Senhor em todas as situações da existência humana eu quero te louvar, por que és digno de honra, glória, poder e majestade. Abbá, Papazinho, estejas sempre conosco, não nos abandone, pois, somos limitados sem Vós.
Glória ao Pai ao Filho e ao Espírito Santo como era no princípio agora e para sempre amém. Maria Santíssima, Mãe do Verbo Encarnado, Jesus, rogai a Deus por nós que recorremos nessa hora de trevas, amém. Espírito Santo Paráclito santificai-nos das obras das trevas pela intercessão do glorioso São Francisco de Assis. Amém.

Por: Wander Venerio Cardoso de Freitas.

Papa justifica o preservativo em alguns casos

CIDADE DO VATICANO, domingo, 21 de novembro de 2010 (ZENIT.org) – As palavras de Bento XVI no livro-entrevista a ser lançado reconhecem o uso do preservativo em “casos singulares justificados”. De qualquer forma, não supõem “uma  ….
mudança revolucionária” no ensinamento da Igreja; são uma confirmação de seu Magistério, esclareceu a Santa Sé.
É o que explica o padre Federico Lombardi S.J., diretor da Sala de Imprensa da Santa Sé, em um comunicado emitido este domingo, para comentar a grande quantidade de informação veiculada no mundo após o L’Osservatore Romano antecipar nesse sábado algumas palavras que o Papa dedica ao tema da sexualidade, no livro-entrevista “Luz do mundo”.

Ao final do capítulo décimo do volume, realizado pelo escritor e jornalista alemão Peter Seewald, que chega às livrarias no dia 23 de novembro em vários idiomas, o pontífice responde a duas perguntas sobre a luta contra a SIDA/AIDS e o uso do preservativo, que se remontam à discussão que seguiu às palavras pronunciadas pelo Papa no avião que o levava a Camarões e Angola, a 17 de março de 2009.

Com as declarações que o livro publica – esclarece o porta-voz vaticano –, “o Papa não reforma ou muda o ensinamento da Igreja, mas o reafirma, colocando-se na perspectiva do valor e da dignidade da sexualidade humana, como expressão de amor e responsabilidade”.

“Ao mesmo tempo – acrescenta –, o Papa considera uma situação excepcional em que o exercício da sexualidade representa um verdadeiro risco para a vida do outro. Nesse caso, o Papa não justifica moralmente o exercício desordenado da sexualidade, mas considera que a utilização do preservativo para diminuir o perigo de contágio é ‘um primeiro ato de responsabilidade’, ‘um primeiro passo para o caminho para uma sexualidade mais humana’, em lugar de não utilizá-lo, colocando em risco a vida de outra pessoa”.

Neste sentido – sublinha –, o raciocínio do Papa “não pode ser definido como uma mudança revolucionária”

De fato, recorda o porta-voz, “vários teólogos moralistas e autorizadas personalidades eclesiásticas afirmaram e afirmam posições análogas”.

O padre Lombardi não cita nomes, mas entre eles destaca-se o cardeal Georges Cottier, que foi teólogo da Casa Pontifícia de João Paulo II e do próprio Bento XVI, que em uma entrevista concedida em 2005 afirmou que “em situações particulares, e penso em meios onde circula a droga, ou há uma grande promiscuidade humana e muita miséria, como ocorre em algumas zonas da África e Ásia, nesses casos, o uso do preservativo pode ser considerado como legítimo”.

Sobre este tema, o cardeal Javier Lozano Barragán, presidente emérito do Conselho Pontifício para a Pastoral no Campo da Saúde, anunciou em coletiva de imprensa de 21 de novembro de 2006 a entrega de um estudo à Congregação para a Doutrina da Fé, em resposta ao interesse do Papa.

“Humanae Vitae” hoje

As antecipações de L’Osservatore Romano apresentam também uma apreciação do Papa sobre a Humanae Vitae, a encíclica que Paulo VI publicou sobre esses temas em 1968.

“As perspectivas da Humanae Vitae continuam sendo válidas, mas outra coisa é encontrar caminhos humanamente praticáveis – assegura o Papa –. Creio que haverá sempre minorias intimamente convencidas da exatidão dessas perspectivas e que, vivendo-as, ficarão plenamente satisfeitas de modo que poderão ser para outros um fascinante modelo a seguir. Somos pecadores”.

“Mas não deveríamos assumir este fato como uma instância contra a verdade, quando essa alta moral não é vivida. Deveríamos buscar fazer todo o bem possível, e apoiar-nos e suportar-nos mutuamente. Expressar tudo isso também desde o ponto de vista pastoral, teológico e conceitual, no contexto da atual sexologia e pesquisa antropológica, é uma grande tarefa à qual é necessário se dedicar mais e melhor”, acrescenta o Papa no livro.

Uma vez esclarecido que o Papa confirmou o Magistério até agora exposto, ao fazer referência às palavras sobre o uso do preservativo em “casos singulares justificados”, o comunicado do padre Lombardi assinala que “é verdade que não as havíamos escutado ainda com tanta clareza dos lábios de um Papa, se bem de uma maneira coloquial e não magisterial”.

Com estas novas declarações, considera o sacerdote jesuíta, “Bento XVI nos dá, portanto, com valentia, uma contribuição importante para esclarecer e aprofundar uma questão debatida há tempos”.

“É uma contribuição original – indica –, pois por um lado mantém a fidelidade aos princípios morais e demonstra lucidez na hora de rejeitar um caminho ilusório, como a ‘confiança no preservativo’; e, por outro lado, manifesta no entanto uma visão compreensiva e de amplo horizonte, atenta para descobrir os pequenos passos – ainda que sejam só iniciais e ainda confusos – de uma humanidade espiritual e culturalmente com frequência muito pobre para um exercício mais humano e responsável da sexualidade”.

Em referência em concreto às palavras que o Papa pronunciou em sua viagem à África, seu porta-voz esclareceu que com esta nova intervenção, o sucessor de Pedro “confirma com clareza que nessa ocasião não tinha querido tomar posição sobre o problema dos preservativos em geral, mas que tinha querido afirmar com força que o problema da SIDA/AIDS não se pode resolver unicamente com a distribuição de preservativos, pois é necessário fazer muito mais: prevenir, educar, ajudar, aconselhar, estar junto das pessoas, seja para que não fiquem doentes, seja por que ficaram doentes”.

O bispo de Roma “observa que também no âmbito não eclesial se desenvolveu uma consciência análoga, como o demonstra a chamada teoria ‘ABC’ (abstinence, be faithful, condom), em que os dois primeiros elementos (abstinência e fidelidade) são muito mais determinantes e fundamentais para a luta contra a SIDA/AIDS, enquanto que o preservativo se apresenta em última instância como uma escapatória, quando faltam os outros dois elementos. Portanto, deve ficar claro que o preservativo não é a solução do problema”.

Segundo Lombardi, com esta nova entrevista, o Papa “amplia o olhar e insiste no fato de que concentrar-se unicamente no preservativo significa banalizar a sexualidade, que perde seu significado como expressão de amor entre pessoas e se converte em uma ‘droga’. Lutar contra a banalização da sexualidade é “parte do grande esforço para que a sexualidade seja valorizada positivamente e possa exercer seu efeito positivo no ser humano em sua totalidade”.

Por: Por Jesús Colina  – http://www.zenit.org/article-26599?l=portuguese

Oração de São Francisco de Assis Inglês 
(Quadro abaixo)
       Senhor, fazei-me instrumento de vossa paz.
      Onde houver ódio, que eu leve o amor;
      Onde houver ofensa, que eu leve o perdão;
      Onde houver discórdia, que eu leve a união;
      Onde houver dúvida, que eu leve a fé;
      Onde houver erro, que eu leve a verdade;
      Onde houver desespero, que eu leve a esperança;
      Onde houver tristeza, que eu leve a alegria;
      Onde houver trevas, que eu leve a luz.
      Ó Mestre, Fazei que eu procure mais
      Consolar, que ser consolado;
      compreender, que ser compreendido;
      amar, que ser amado.
      Pois, é dando que se recebe,
      é perdoando que se é perdoado,
e é morrendo que se vive para a vida eterna.