ORAÇÃO A DEUS, QUE NÃO DESAMPARA
Bom dia meu Deus e meu tudo. Mais uma vez busco nestas linhas abrir meu coração para Vós. Sei que não tenho correspondido suficientemente o amor que tens dispensado por mim. Que não tenho esforçado para a construção do teu Reino aqui na terra. Pai amado socorre ……
minhas faltas, minhas fraquezas, ansiedades, desespero e falta de fé, e tudo aquilo que me distância de Vós e do meu próximo. Louvo-te Senhor pela vossa misericórdia, por está junto de nós, pelas curas que tens proporcionado a cada um de teus filhos. Bendito sejas Tu meu Deus e meu tudo, socorro imediato dos desesperados e aflitos. Que a minha teologia, seja àquela praticada de joelhos e não de teorias vazias. Que Vosso amor seja sempre o nosso remédio e que jamais deixemos de usá-los em nossas vidas. Mãe Santíssima,Mãe de Deus, ensina-nos estar aos pés da santa cruz como verdadeiros adoradores de teu Filho Jesus. Glória ao Pai ao Filho e ao Espírito Santo como era no principio agora e sempre amém.
Por: Wander Venerio

ORAÇÃO A DEUS QUE NÃO DESAMPARA
Bom dia meu Deus e meu tudo. Mais uma vez busco nestas linhas abrir meu coração para Vós. Sei que não tenho correspondido suficientemente o amor que tens dispensado por mim. Que não tenho esforçado para a construção do teu Reino aqui na terra. Pai amado socorre ……
minhas faltas, minhas fraquezas, ansiedades, desespero e falta de fé, e tudo aquilo que me distância de Vós e do meu próximo. Louvo-te Senhor pela vossa misericórdia, por está junto de nós, pelas curas que tens proporcionado a cada um de teus filhos. Bendito sejas Tu meu Deus e meu tudo, socorro imediato dos desesperados e aflitos. Que a minha teologia, seja àquela praticada de joelhos e não de teorias vazias. Que Vosso amor seja sempre o nosso remédio e que jamais deixemos de usá-los em nossas vidas. Mãe Santíssima,Mãe de Deus, ensina-nos estar aos pés da santa cruz como verdadeiros adoradores de teu Filho Jesus. Glória ao Pai ao Filho e ao Espírito Santo como era no principio agora e sempre amém.
Por: Wander Venerio

Mesmo ferida, Igreja é memorial de referências e moralidade
Arcebispo sublinha presença indispensável da Igreja na vida da sociedade
BELO HORIZONTE, sexta-feira, 23 de abril de 2010 (ZENIT.org).- O arcebispo de Belo Horizonte (Brasil), Dom Walmor Oliveira de Azevedo, afirma que a Igreja, mesmo ferida, “é um memorial de referências e moralidade, indispensável”. Em artigo enviado a ZENIT nesta sexta-feira, Dom Walmor recorda o ensinamento do apóstolo Paulo de que a Igreja é um corpo. “Paulo acentua que cada membro é diferente e importante. Sua condição, se ferida, ecoa em toda a sua extensão, em razão da insubstituível articulação entre os membros desse mesmo corpo”. “Quando o Papa Bento XVI fala de uma Igreja ferida, nessa primeira década do terceiro milênio, está reconhecendo que há membros feridos, com repercussão em todo o corpo que é a Igreja”, afirma o arcebispo. Segundo Dom Walmor, “as chagas que atingem o corpo que é a Igreja se configuram de muitas maneiras. Toda quebra da unidade, injustiça, disputa, exploração, desrespeito e irreverências ferindo a nobreza da dignidade humana, compõem a lista que pode fazer da Igreja corpo ferido”.“A pedofilia, crime hediondo, conduta abominável, é uma ferida que afeta todo o corpo. Agrava-se quando membros servidores consagrados desse corpo são os instrumentos desses acontecimentos nefastos.” Para o arcebispo de Belo Horizonte, “esse primeiro decênio da vida da Igreja nesse terceiro milênio, preconizado como o da mística e da espiritualidade, desafia a Igreja Católica a voltar, ainda mais, a suas fontes”. “A Igreja Católica tem fontes e elas estão retratadas em memórias ricas, consignadas em experiências, monumentos, serviços, tradição imaterial, cultura gerada nos braços dos valores evangélicos.” “A Igreja – ainda quando ferida nesses, por esses ou naqueles membros, e também pelas injunções da história de cada tempo, com suas mudanças e descompassos – contabiliza experiências, serviços, pessoas, muitos sacerdotes, alimentando e garantindo sua presença indispensável na vida da sociedade, um tesouro inestimável”, afirma Dom Walmor. Se o seu corpo é ferido – prossegue o arcebispo –, “tem em seu coração o amor de Deus revelado no seu Mestre e Senhor, Jesus Cristo, que lhe garante uma incontestável envergadura moral, credibilidade e força própria para renascer e continuar sua missão”. “Mesmo ferida, a Igreja é um memorial de referências e moralidade, indispensável, como se comprova, para a vida de povos e culturas”, escreve o prelado.

(Alexandre Ribeiro)

Renovação Carismática

Em 1998, o Santo Padre João Paulo II, falando aos líderes da Renovação Carismática, disse: “O Movimento da Renovação Carismática Católica é um dos diversos frutos do Concílio Vaticano II. Como não dar graças pelos frutos que a Renovação Carismática deu à Igreja e em tantas pessoas? Quantos leigos, homens e mulheres, puderam experimentar o poder extasiante do Espírito Santo e dos seus carismas? Quantas pessoas descobriam a fé e o gosto da oração, a força e a beleza da Palavra de Deus? Traduzindo tudo isso num serviço generoso à Igreja”. E, concluindo, o Papa disse: ……

“Desejo com vocês, hoje, agradecer ao Espírito Santo”.
Eu me sinto honrado de falar sobre a ação do Espírito Santo que vocês têm experimentado aqui no Brasil. Vocês são pessoas especiais no plano de Deus. E quero partilhar com vocês sobre como a Renovação Carismática é um “kairós”, um evento no mundo. Então, qual é a mensagem que é preciso dar ao mundo e aos cristãos? Aqui estamos falando do fenômeno na sua globalidade, e não apenas de uma prática singular, como as línguas ou as curas. Eu considero a Renovação Carismática como a realização de uma profecia do Pontífice Paulo VI, quando afirmou que a Renovação é uma chance para a Igreja, isto é, uma esperança, uma oportunidade para a Igreja.
Consideremos um fato. Este movimento, tão pouco estudado pelos especialistas, é o movimento missionário que mais cresce no mundo. E tem uma dimensão significativamente ecumênica. Vocês imaginem que esse movimento está presente em todas as igrejas protestantes e também ortodoxas, além da Igreja Católica. E no presente século teve um crescimento de zero a 600 milhões de cristãos, e as estimativas estatísticas prevêem que em 2025 terá um bilhão e cem milhões de carismáticos em toda a Igreja Cristã. Trata-se do maior movimento de renovação na história da Igreja. Eis por que vocês são pessoas especiais no plano de Deus. Deus seja louvado!
Caros irmãos, diante de um movimento de 600 milhões de cristãos, onde a maioria das pessoas experimentaram uma vida genuinamente cristã e um sincero desejo de missão, é verdadeiramente difícil negar a presença e a obra do Espírito Santo. E o movimento carismático foi para a Igreja como um choque espiritual. Nenhum homem, nenhum eclesiástico, nenhum teólogo, nenhum papa, nenhum pastor, por mais que fosse brilhante, poderia prever ou planejar uma emissão espiritual no fim deste século XX em milhões de homens e mulheres que estão famintos em busca de Deus. Mas eu gostaria de entender com vocês o que Deus está fazendo com esta renovação, qual a mensagem a enviar à Igreja e ao mundo e também que tipo de engajamento o movimento deve assumir diante da Igreja. A Renovação propõe o primado de Deus na Igreja e no fiel. A espiritualidade da Renovação Carismática tem origem em Pentecostes, como nos foi descrito por S. Lucas no livro dos Atos. O Espírito Santo entra na vida da Igreja que está nascendo e gera três frutos espirituais: presença, poder e louvor. Antes de tudo, a presença viva de Jesus, conhecido como Senhor e Salvador. Outro fruto de Pentecostes é também o poder de evangelizar, de ser missionário. E o Pentecostes é também uma grande resposta de louvor, adoração e glorificação de Deus.
Portanto, a Renovação Carismática nos propõe de novo a centralidade de Deus nos nossos dias, através do batismo no Espírito Santo. E o próprio batismo no Espírito Santo propõe novamente o primado de Deus. Jesus disse: “Recebei o Espírito Santo e sereis minhas testemunhas, porque sem mim – vejam o primado de Deus – vocês não podem fazer nada”. Não se pode construir a Igreja do Senhor; os carismas, os dons, os ministérios vêm do Espírito de Deus. Porque “se não é o Senhor que constrói a casa, em vão trabalham os construtores”. E dizia Paulo: “Somos batizados no Espírito para formar um só corpo, ou seja, o corpo da Igreja”.
Tem uma erupção poderosa da presença de Deus que gera um desejo da presença de Deus, uma fome, uma busca de Deus. As pessoas têm fome de coisas espirituais, têm fome de oração, da Palavra de Deus, dos dons do Espírito, dos sacramentos, da Igreja, de santidade, de pastores… têm fome insaciável. E a Renovação Carismática se apresenta como um movimento contemporâneo de busca de Deus, como aconteceu no passado, com os grandes movimentos da reforma da Igreja, como as ordens mendicantes na Idade Média, o movimento de Francisco de Assis e outros, onde as pessoas não estão nunca saciadas de Deus inteiramente. E o Papa nos disse: “Vocês redescobriram o poder do Espírito, os carismas, as graças sobrenaturais, os dons, a fé, o gosto pela oração, a força e a beleza da Palavra de Deus, a missão, a evangelização. Então por isso a Renovação, ousadamente eu digo, se torna uma busca angustiosa da presença de Deus. Como dizia Francisco de Assis: “Deus nunca é bastante”.
A audácia da Renovação Carismática é aquela de proclamar que o homem pode fazer a experiência de Deus, porque a Escritura diz que é justo, é bom fazer experiência de Deus. E a Renovação Carismática acrescenta: “Deus quer fazer comunhão, entrar em relação com o homem”. Até o ponto em que Ele vem fazer morada em nós e nos elege como templo do Espírito Santo, templo da sua presença. E isso é espantoso! Pensem só, Deus não habita numa construção feita de tijolos, Ele escolheu viver em você e em mim, e nós somos a morada do Deus vivo, isso é extraordinário!
E agora nós podemos compreender como é lógico, é natural que Deus coloque o seu poder na sua criatura. Vocês sabem por que nós somos carismáticos? Porque Deus é onipotente. E Ele pode fazer em nós aquilo que quiser. É natural uma erupção do Espírito Santo, irmãos e irmãs. A Renovação Carismática é a resposta providencial do plano de Deus em uma sociedade que tinha declarado a morte de Deus. Nesta sociedade secularizada, Deus requer o seu primado. Deus, eterna eternidade! A Renovação Carismática é uma contestação do Espírito Santo a uma visão secular de um mundo fechado em si mesmo, dobrado sobre os seus próprios problemas, que deixou de procurar Deus, que se voltou à adoração de falsos deuses, que tornam o homem escravo do dinheiro, do sexo, na religião do hedonismo, do prazer. A Renovação Carismática contesta todas as sociedades que reduzem o homem à existência terrena, materialista, alienada de Deus. Mas vocês sabem de uma coisa, a Renovação Carismática não faz essa contestação com as palavras, mas com a vida, através da manifestação pública da oração, proclamando que Deus está vivo, que goza de ótima saúde, que não está doente, não está morto, mas Ele está vivo na sua Igreja e que Deus vem ao nosso encontro com Jesus Cristo, e que esse encontro pessoal com Jesus Cristo enche perfeitamente o homem e diz que o universo não está fechado, mas que a humanidade caminha para o seu cumprimento, invocando, a alta voz, o retorno de Cristo: “Maranatá, vem Senhor Jesus!”. Essa contestação da Renovação Carismática acontece na tensão que Deus ama todos os homens, que Ele os está chamando à salvação, à redenção. “Porque Deus amou tanto o mundo, que mandou o seu Filho unigênito”.

Hoje constatamos uma grande inflação de linguagens, de palavras, e o mundo não está mais disposto a ouvir as pregações, dizia Paulo VI: “O mundo não precisa de mestres, mas de testemunhas”. E os carismáticos não procuraram criar uma nova linguagem da fé, nem tentaram formular sábios discursos sobre Deus. Eles abriram com simplicidade a Bíblia e procuraram, com todos os esforços, colocá-la em prática. E esta é a nova contestação do Espírito, recolocar a sua Palavra no centro da sua Igreja. Os carismáticos, então, voltaram-se a Deus amigavelmente, de forma direta, pessoal. Falaram familiarmente ao Pai, com humildade, orações e cânticos. E um pouco desconcertados eles falaram que tinham uma relação pessoal com Jesus Cristo, que podiam tocá-lo, na fé, como diz João; eles podiam ver com os olhos da fé, como os discípulos de Emaús e revelaram que tinham submetido a Jesus suas vidas.
Como vocês podem ver, os carismático não inventaram nada de novo. Até mesmo a conversa cotidiana dos carismáticos era feita de expressões simples. As pessoas se encontravam até mesmo no mercado, fazendo compras, e se saudavam: “Aleluia, Irmão!” E isso, de certa forma, fazia com que as pessoas ficassem impressionadas. Os carismáticos distribuíam bênçãos: “Deus te abençoe!” E em certos casos isso não apenas desconcertava, mas também incomodava. Sobretudo quando esse “Deus te abençoe!” era dito a um padre ou bispo.
Então, a postura da Renovação Carismática pode ser explicada da seguinte forma: porque não é possível falar ao mundo de Deus, não se pode ter um discurso sobre Deus para convencer o mundo, não é melhor, por acaso, falar diretamente a Deus, na oração? E manifestar publicamente que a sua Igreja está viva. Diante da dificuldade de ter uma pregação sobre Deus, a Renovação não faz argumentos, mas testemunha, apresenta a sua experiência pessoal, a sua conversão, com espontaneidade, com simplicidade. A Renovação, assim, é uma contestação a uma sociedade que tenta calar sobre Deus. É, então, uma profecia viva. E faz isso através dos encontros de oração, da liturgia Eucarística, da alegria de crer na grande verdade, contra cada mentira do inimigo, que reduziu a existência do homem à escravidão, pois somente a fé dá um sentido à existência do homem e o gosto de viver por Deus.
Portanto, a Renovação Carismática é, sobretudo, conversão, metanóia. O batismo no Espírito, que muitas vezes não se compreendeu ao certo o sentido, não é senão o chamamento a viver radicalmente a graça do Batismo e do Crisma. Graças a esse batismo no Espírito, a essa nova missão do Espírito Santo no batizado, hoje se acendeu no mundo inteiro um grande fogo de um novo despertar. Os testemunhos que encontram lugar importante nos encontros de oração não são nada mais que uma contínua lembrança à conversão. O Reino de Deus está próximo e nós precisamos nos converter, precisamos acolhê-lo e precisamos mudar de vida. O Espírito é, antes de tudo, Santo e exige a nossa santificação, a separação do pecado. Naturalmente, o autor dessa conversão e dessa santificação é sempre o Espírito. Vocês sabem que isso contribuiu para levar à Igreja uma nova cultura do Espírito, porque não se tinha esse conhecimento do Espírito Santo como hoje nós vivemos na Renovação.
Eu não sei como é a situação no Brasil, mas na Itália, na Europa, a Renovação Carismática foi injustamente marginalizada, atacada ou foi representada em modo caricatural. Mas a verdade é que a Renovação nos recorda que tudo vem de Deus e que a fé é um acolhimento; é preciso acolher Deus e a sua Palavra, e é a fé então que vai produzir as obras sociais. Se não houver uma verdadeira conversão a Jesus Cristo, eu duvido muito que aconteça uma verdadeira ação social cristã e católica. Eu duvido que venha a existir um autêntico voluntariado cristão.
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por Mateo Calisi
Revista Shalom Maná – Ed. Shalom

Bento XVI pede que freiras e padres sejam “castos e sóbrios”
O papa Bento XVI pediu às freiras e aos padres de todo o mundo que sejam “castos e sóbrios” e evitem “o aburguesamento e a mentalidade consumista”. O pedido do Papa foi feito aos superiores e superioras gerais dos institutos de Vida Consagrada e sociedades de Vida Apostólica que foram recebidos no Vaticano para uma audiência especial. “Para pertencer totalmente ao Senhor as pessoas consagradas devem manter um estilo de vida casto” assim como “renunciar à necessidade de aparentar” e manter “um estilo de vida sóbrio e modesto”, afirmou o Papa em sua mensagem. Bento XVI denunciou “a cultura secularizada que penetrou na mente e no coração de muitos consagrados, que a entendem como uma forma de acesso à modernidade e de aproximação com o mundo contemporâneo”, disse. O Papa teme também que os religiosos estejam afetados “pela insídia da mediocridade, do aburguesamento e da mentalidade consumista”. “São necessárias decisões corajosas, tanto pessoais como comuns, que envolvam uma nova disciplina na vida das pessoas consagradas e as levem a descobrir a dimensão totalizante da ‘sequela Christi’ (seguimento de Cristo)”, acrescentou. “Os consagrados e consagradas” não devem “se conformar com a mentalidade deste século, e sim se transformar e renovar continuamente o próprio compromisso, para poder discernir a vontade de Deus”, concluiu.