A MEDITAÇÃO DE MARIA
A mediação de Nossa Senhora, bem como a dos anjos e santos, não é uma mediação substitutiva a de Jesus, mas, ao contrário, com base nela, por dentro dela. Sem a Mediação única e essencial de Cristo, homem e Deus, Sumo Pontífice (ponte) entre Deus e os homens, todas as outras mediações não teriam eficácia; portanto, a mediação de Maria não é uma mediação paralela a de Jesus, mas subordinada, cooperadora, por vontade de Deus. Jesus não quis salvar o mundo sozinho; Ele quis e quer a nossa ajuda e cooperação, tanto em termos de trabalho como de oração.
O Concílio Vaticano II, na Lúmen Gentium, explica-nos bem como é a mediação de  ……

Nossa Senhora diante de Deus. Vejamos:

“A maternidade de Maria na dispensação da graça perdura ininterruptamente a partir do consentimento que ela fielmente prestou na Anun¬ciação, que sob a Cruz ela resolutamente manteve e manterá até a perpé¬tua consumação de todos os eleitos. Assumida aos céus, não abandonou esta salvífica função, mas por sua multíplice intercessão continua a gran¬jear-nos os dons da salvação eterna. Por seu maternal amor cuida dos irmãos do seu Filho que ainda peregrinam rodeados de perigos e dificuldades, até que sejam conduzidos à feliz pátria”.
“Por isto e Bem-aventurada Virgem Maria é invocada na igreja sob os títulos de Advogada, Auxiliadora, Protetora, Medianeira. Isto, porém, se entende de tal modo que nada derrogue, nada acrescente à dignidade e eficácia de Cristo, o único Mediador”.
“Com efeito; nenhuma criatura jamais pode ser colocada no mesmo plano com o Verbo Encarnado e Redentor. Mas, como o sacerdócio de Cristo é participado de vários modos seja pelos ministros, seja pelo povo fiel, e como a indivisa bondade de Deus é realmente difundida nas criaturas de maneiras diversas, assim também a única mediação do Redentor não exclui, mas suscita nas criaturas uma variegada cooperação, que participa de uma única fonte”.
“A Igreja não hesita em proclamar essa função subordinada de Maria. Pois sempre de novo experimenta e recomenda-se ao coração dos fiéis para que, encorajados por esta maternal proteção, mais intimamente dêem sua adesão ao Mediador e Salvador” (LG, nº 62).
O Papa Paulo VI em sua Exortação Apostólica Signum Magnum nº 1, escreveu: “A Virgem continua agora no céu a exercer a sua função materna, cooperando para o nascimento e o desenvolvimento da vida divina em cada uma das almas dos homens redimidos. É esta uma verdade muito reconfortante, que, por livre disposição de Deus sapientíssimo, faz parte do mistério da salvação dos homens; por conseguinte, deve ser objeto da fé de todos os cristãos”.
O Papa João Paulo II assim se expressou:
“Os cristãos invocam Maria como “Auxiliadora”, reconhecendo-lhe o amor materno que vê as necessidades dos seus filhos e está pronto a intervir em ajuda deles, sobretudo quando está em jogo a salvação eterna. A convicção de que Maria está próxima de quantos sofrem ou se encontram em situações de grave perigo, sugeriu aos fiéis invocá-la como “Socorro”. A mesma confiante certeza é expressa pela mais antiga oração mariana, com as palavras: “sob a vossa proteção recorremos a vós, Santa Mãe de Deus: não desprezeis as súplicas de nós que estamos na prova, e livrai-nos sempre de todos os perigos, ó Virgem gloriosa e bendita!” (Do Breviário Romano). Como Medianeira materna, Maria apresenta a Cristo os nossos desejos, as nossas súplicas e transmite-nos os dons divinos, intercedendo continuamente em nosso favor. (L’Osservatore Romano, ed. port. n.39, 27/09/1997, pag. 12(448)).
Disse ainda o Papa: “Como recordo na Encíclica Redemptoris mater, “a mediação de Maria está intimamente ligada à sua maternidade e possui um caráter especificamente maternal, que a distingue da mediação das outras criaturas” (n. 38). Deste ponto de vista, Ela é única no seu gênero e singularmente eficaz… o mesmo Concílio cuidou de responder, afirmando que Maria é “para nós a Mãe na ordem da graça” (LG, 61). Recordamos que a mediação de Maria se qualifica fundamentalmente pela sua maternidade divina. O reconhecimento do papel de Medianeira está, além disso, implícito na expressão “nossa Mãe”, que propõe a doutrina da mediação Mariana, pondo em evidência a maternidade. Por fim, o título “Mãe na ordem da graça” esclarece que a Virgem coopera com Cristo no renascimento espiritual da humanidade.
“O Concílio afirma, além disso, que “a função maternal de Maria em relação aos homens de modo algum ofusca ou diminui esta única mediação de Cristo; antes, manifesta a sua eficácia” (LG, 60). “Longe, portanto, de ser um obstáculo ao exercício da única mediação de Cristo, Maria põe antes em evidência a sua fecundidade e a sua eficácia. “Com efeito, todo o influxo salvador da Virgem Santíssima sobre os homens se deve ao beneplácito divino e não a qualquer necessidade; deriva da abundância dos méritos de Cristo, funda-se na Sua mediação e dela depende inteiramente, haurindo aí toda a sua eficácia” (LG, 60).
“De Cristo deriva o valor da mediação de Maria e, portanto, o influxo salvador da Bem-aventurada Virgem “de modo nenhum impede a união imediata dos fiéis com Cristo, antes a favorece” (ibid.).
“Ao proclamar Cristo como único Mediador (cf. 1 Tm 2, 5-6), o texto da Carta de São Paulo a Timóteo exclui qualquer outra mediação paralela, mas não uma mediação subordinada. Com efeito, antes de ressaltar a única e exclusiva mediação de Cristo, o autor recomenda “que se façam súplicas, orações, petições e ações de graças por todos os homens…” (2,1). Não são porventura as orações uma forma de mediação? Antes, segundo São Paulo, a única mediação de Cristo é destinada a promover outras mediações dependentes e ministeriais. Proclamando a unicidade da mediação de Cristo, o Apóstolo só tende a excluir toda a mediação autônoma ou concorrente, mas não outras formas compatíveis com o valor infinito da obra do Salvador.
“Nesta vontade de suscitar participações na única mediação de Cristo, manifesta-se o amor gratuito de Deus que quer compartilhar aquilo que possui. Na verdade, o que é a mediação materna de Maria senão um dom do Pai à humanidade? Eis por que o Concílio conclui: “Esta função subordinada de Maria, não hesita a Igreja em proclamá-la; sente-a constantemente e inculca-a nos fiéis…” (ibid.).
“Maria desempenha a sua ação materna em contínua dependência da mediação de Cristo e d’Ele recebe tudo o que o seu coração desejar transmitir aos homens. Na sua peregrinação terrena, a Igreja experimenta “continuamente” a eficácia da ação da “Mãe na ordem da graça”. (L’Osservatore Romano, ed. port. n.40, 04/10/1997, pag. 12(460)).
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  COMENTÁRIOS EM ÁUDIOS DO LIVRO: JESUS DE NAZARÉ

Tema:  Batismo de Jesus – 02

Continuação dos Estudos Aprofundados do livro de Bento XVI – Jesus de Nazaré, realizado pelo Padre Paulo Ricardo em um programa de rádio Oitavo Dia, em Cuiabá.

JESUS ESTÁ PRESENTE NA EUCARISTIA?


Essa pergunta tem sido a dúvida de muitos católicos. E, infelizmente, tem se 
 divulgado por ai, alguns ensinos acerca da Eucaristia, que não são compatíveis com os verdadeiros ensinamentos da Igreja Católica Apostólica Romana. Por isso, quero fazer alguns esclarecimentos sobre o assunto, para que muitas dúvidas sejam dissipadas definitivamente da cabeça e do coração de alguns católicos. Para isso, não farei uso de conceitos meus, mas sim, do …….
ensinamento da Sagrada Escritura, da Tradição e do Magistério da Igreja, e também, da herança espiritual dos Padres e dos santos da Igreja. Nosso Senhor Jesus Cristo, sabendo que chegara a hora de partir deste mundo para voltar a seu Pai, no decurso de uma refeição lavou os pés dos apóstolos e deu-lhes o mandamento do amor (cf. Jo 13,1-17). Para deixar-lhes uma garantia deste amor, para nunca afastar-se dos seus e para fazê-los participantes da sua Páscoa, instituiu a Eucaristia como memória da sua morte e da sua ressurreição, e ordenou aos seus apóstolos que a celebrassem até à sua volta, “constituindo-os então sacerdotes do Novo Testamento” (Concílio de Trento).
Jesus escolheu o tempo da Páscoa para realizar o que tinha anunciado em Cafarnaum: dar aos seus discípulos seu Corpo e seu Sangue. (Catecismo da Igreja Católica). Quando chegou a hora, Jesus se pôs à mesa com os apóstolos. E disse: “Desejei muito comer com vocês esta ceia pascal, antes de sofrer. Pois eu lhe digo: nunca mais a comerei, até que ela se realize no Reino de Deus”. (Lc 22,14-16). A seguir, Jesus tomou um pão, agradeceu a Deus, o partiu e distribuiu a eles, dizendo: “Isto é o meu corpo, que é dado por vocês. Façam isto em memória de mim”. Depois da ceia, Jesus fez o mesmo com o cálice, dizendo: “Este cálice é a nova aliança do meu sangue, que é derramado por vocês”. (cf. Lc 22,19-20). O mandamento de Jesus de repetir seus gestos e suas palavras “até que ele volte” não pede somente que se recorde de Jesus e do que ele fez. Visa a celebração litúrgica, pelos apóstolos e seus sucessores, do memorial de Cristo, da sua vida, da sua Morte, da sua Ressurreição e da sua intercessão junto ao Pai (cf. C.I.C).
No relato da instituição, a força das palavras e da ação de Cristo, e o poder do Espírito Santo, tornam sacramentalmente presentes, sob as espécies do pão e do vinho, o Corpo e o Sangue de Cristo, seu sacrifício oferecido na cruz uma vez por todas (C.I.C).
“Cristo Jesus, aquele que morreu, ou melhor, que ressuscitou, aquele que está à direita de Deus e que intercede por nós” (Rm 8,34), está presente de múltiplas maneiras na sua Igreja (Lumen Gentium): na sua Palavra, na oração da sua Igreja, “lá onde dois ou três estão reunidos em meu nome” (Mt 18,20), nos pobres, nos doentes, nos presos (Mt 25,31-46), nos seus sacramentos, dos quais ele é o autor, no sacrifício da missa e na pessoa do ministro. Mas, sobretudo (está presente sob as espécies eucarísticas (Sacrosanctum concilium – C.I. C)).
No Santíssimo sacramento da Eucaristia estão “contidos verdadeiramente, realmente e substancialmente o Corpo e o Sangue juntamente com a alma e a divindade de Nosso Senhor Jesus Cristo e, por conseguinte, o Cristo todo” (Concílio de Trento). “Esta presença chama-se ´real` não por exclusão, como se as outras não fossem `reais`, mas por antonomásia, porque é substancial e porque por ela Cristo, Deus e homem, se torna presente completo” (Mysterium Fidei).
É pela conversão do pão e do vinho no Corpo e no Sangue de Cristo que este se torna presente em tal sacramento. Os padres da Igreja afirmaram com firmeza a fé da Igreja na eficácia da palavra de Cristo e da ação do Espírito Santo para operar esta conversão. Assim, São João Crisóstomo declara: não é o homem que faz com que as coisas oferecidas se tornem Corpo e Sangue de Cristo, mas o próprio Cristo, que foi crucificado por nós. O sacerdote, figura de Cristo, pronuncia essas palavras, mas a sua eficácia e a graça são de Deus. Isto é o meu Corpo, diz ele. Estas palavras transformam as coisas oferecidas. (Prod. Jud. 1.6: PG 49,380).
O Concílio de Trento resume a fé católica ao declarar: “Por ter Cristo, nosso Redentor, dito que aquilo que oferecia sob a espécie do pão era verdadeiramente o seu Corpo, sempre se teve na Igreja esta convicção, que o santo Concílio declara novamente: pela consagração do pão e do vinho opera-se a mudança de toda a substância do pão na substância do Corpo de Cristo Nosso Senhor e de toda substância do vinho na substância do seu Sangue; esta mudança, a Igreja Católica denominou-a com acerto e exatidão transubstanciação”. A presença eucarística de Cristo começa no momento da consagração e dura também enquanto subsistirem as espécies eucarísticas. Cristo está presente inteiro em cada uma das espécies e inteiro em cada uma das partes delas, de maneira que a fração do pão não divide o Cristo. (cf. C.I.C).
 “Deus se fez homem para nos salvar. Mas, tendo-se feito homem, quis tornar-se alimento a fim de que, alimentando-nos dele, nos tornássemos outros Cristo. Ora, uma coisa é ver Jesus (como se tivéssemos vivido no seu tempo), outra coisa é ser novamente Jesus: poder ser um outro Cristo na terra. E a Eucaristia tem justamente este objetivo: alimentar-nos de Jesus para fazer-nos ser outros-ele, porque ele nos amou como a si mesmo”. “A comunhão do corpo e do sangue de Cristo fez com que nos transformemos naquilo que recebemos” (cf. L.G). Acrescenta Santo Tomás de Aquino: “O efeito característico da Eucaristia é a transformação do homem em Deus”: a divinização. Outros santos da Igreja confirmam tal conceito. Eis o que encontrei em São Cirilo de Jerusalém: “Sob a aparência de pão recebes o corpo e sob a aparência de vinho recebes o sangue, para que te tornes, tendo participado do corpo e do sangue de Cristo, concorpóreo e consangüíneo dele”. Continua Cirilo: “Assim nos tornamos também portadores de Cristo, porque o seu corpo e o seu sangue se distribuem pelos nossos membros; e segundo a expressão de São Pedro, ´tornamo-nos também participantes da natureza divina´ (2 Pd. 1,4). São Leão Magno acrescenta: “A participação ao corpo e ao sangue de Cristo atua de tal maneira que nos transformamos naquilo que recebemos e, com plenitude, levamos-no espírito e na carne – aquele com o qual morremos, com que fomos sepultados e ressuscitados”. Escreve santo Agostinho a respeito do Augusto Sacramento da Eucaristia: “Sou o alimento dos grandes. Cresce e te nutrirás de mim. E não serás tu a transformar-me em ti, como o alimento da tua carne, mas serás transformado em mim”. Que profundidade nos ensina também Santo Alberto Magno a respeito: “Este sacramento nos transforma no corpo de Cristo ao ponto de nos tornarmos ossos dos seus ossos, carne da sua carne, membros dos seus membros”. E mais, diz o Doutor da Igreja: “Sempre que duas coisas se unem (Eucaristia e o Homem) de modo que uma delas se deve transformar num todo, então aquilo que é mais forte (Eucaristia) transforma em si aquilo que é mais fraco (Homem). Portanto uma vez que este alimento possuiu uma força muito mais potente do que aqueles que o recebem, ele transforma em si aqueles que dele se nutrem”, esplendida demais essa verdade!
Por tudo isso que foi escrito e muito mais que não caberiam nesse artigo, podemos afirmar que realmente Jesus está presente na Eucaristia. Mas, se ainda existir dúvidas em alguns corações incrédulos, farei ainda alusão aos Milagres Eucarísticos pra que elas sejam dissipadas definitivamente. Um deles é o milagre de Lanciano que aconteceu no século VIII. “Um monge da ordem de São Basílio estava celebrando na Igreja dos santos Degonciano e Domiciano. Terminada a Consagração, que ele realizara, a hóstia transformou-se em carne e o vinho em sangue depositado dentro do cálice. Pois, o exame das relíquias, segundo critérios rigorosamente científicos, foi efetuado em 1970-71 e outra vez em 1981 pelo Professor Odoardo Linoli, catedrático de Anatomia e Histologia Patológica e Química e Microscopia Clínica, Coadjuvado pelo Professor Ruggero Bertelli, da Universidade de Siena. E teve como resultados: 1) A hóstia é realmente constituída por fibras musculares estriadas, pertencentes ao miocárdio.  2) Quanto ao sangue, trata-se de genuíno sangue humano. Mais: o grupo sangüíneo ‘A’ que pertencem os vestígios de sangue, o sangue contido na carne e o sangue do cálice revelam tratar-se sempre do mesmo sangue grupo ‘AB’ (sangue comum aos Judeus). Este é também o grupo que o professor Pierluigi Baima Bollone, da universidade de Turim, identificou no Santo Sudário. 3) Apesar da sua Antigüidade, a carne e o sangue se apresentam com uma estrutura de base intacta e sem sinais de alterações substanciais; este fenômeno se dá sem que tenham sido utilizadas substâncias ou outros fatores aptos a conservar a matéria humana, mas, ao contrário, apesar da ação dos mais variados agentes físicos, atmosféricos, ambientais e biológicos”. 
Portanto, caros leitores, não há como negar o inegável, falsificar o verdadeiro, Jesus realmente está presente na Eucaristia, quer acreditemos ou não, Ele sempre estará!

Por: Wander Venerio C. de Freitas

A TIBIEZA E OS DONS DO ESPÍRITO SANTO
É muito esclarecedor o que escrevia Leão XIII na sua encíclica sobre o Espírito Santo (Divinum illud munus, 09.05.1897): “O justo que vive da vida da graça e que age mediante as virtudes […] tem absoluta necessidade dos sete dons do Espírito Santo. Mediante esses dons, o espírito do homem fica elevado e apto para obedecer com mais facilidade e prontidão às inspirações e impulsos do Espírito Santo. Igualmente esses dons são de tamanha eficácia, que conduzem o homem ao mais alto grau de santidade […]. Dado  que esses dons são tão excelsos e manifestam tão claramente a bondade do Espírito Santo para com as nossas almas, eles nos obrigam a manifestar (ao Espírito Santo) o maior esforço de piedade e submissão (ou seja, invocá-Lo, e corresponder-Lhe com dociliodade). Confirá!

 CHEGA DE SER MEIO CATÓLICO !

“Ser católico é obedecer a palavras da Igreja. Quem não ouve e obedece a Igreja não é católico de verdade. Chega de ser meio católico, é preciso ser católico de verdade! A pior coisa que tem na Igreja hoje, são os católicos falsos. Está cheio de católicos que dizem: “Eu sou católico, mas aceito o aborto, a camisinha…” Confirá essa pregação!

PARA ENTENDER A INQUISIÇÃO

A Inquisição é o tema mais usado para se acusar a Igreja Católica, mas poucos a conhecem com profundidade. É um tribunal que nunca se encerra porque rende dividendos aos que desejam atacar a Igreja, escondendo do público muitas outras terríveis “Inquisições”. Quase sempre ela é mal analisada e mal interpretada, julgada fora do contexto social, cultural e religioso em que se realizou. Nada mais errado em termos de se fazer História. Para os adversários da fé católica ela é a “marca” do obscurantismo dessa época cristã. Mas, analisado-a “dentro do contexto da época”, tudo muda de figura. Foi a Igreja quem construiu a Civilização Ocidental (Thomas Wood, 2005). Vários segmentos da humanidade montaram  ……

uma forte propaganda contra a Igreja, e isso atravessou os séculos. De modo especial os iluministas do século XVIII, anticlericais e inimigos da Igreja, com Voltaire a frente, fizeram da Inquisição a sua principal arma de ataque a Igreja com o propósito de destruí-la, como se isso fosse possível a uma força humana. E isso continua até hoje.
Nesse livro você poderá conhecer o que dizem os mais renomados historiadores modernos sobre esse polêmico assunto. A realidade é bem diferente do que se propaga em muitos círculos acadêmicos e literários.