1º Domingo do Advento: Exortação à vigilância

“Vigiai e rezai em todo o momento para serdes julgados dignos de escapar a todos esses acontecimentos futuros e de vos manterdes de pé diante do Filho do Homem”(Lc 21, 36).
Ao iniciarmos o Tempo Litúrgico do Advento, percebemos que a Liturgia move-nos para a vigilância e a oração, como verdadeira forma de estar preparado para a vinda de Jesus. Mas afinal que vinda é essa e que acontecimentos são esses em que as sagradas escrituras nos fazem voltar a nossa atenção?
Primeiramente, não devemos ter um olhar sensacionalista, de que o fim do mundo está chegando, que irá acontecer uma catástrofe e irá destruir tudo, e que por conta disso devemos adotar uma postura de medo e de relativização e desprezo com relação a nossa vida aqui na terra. E também devemos combater a postura de incredulidade e frieza de coração com relação ao chamado de vigilância que somos chamados a viver, por conta da proximidade da vinda do Senhor. Não! Devemos ser sinais verdadeiros de um testemunho de esperança diante do final dos tempos. Mas como?
Devemos inicialmente compreender que existirá uma segunda vinda do Nosso Senhor aqui na terra. Sim, isso é verdade, e Jesus anunciou isto que ira acontecer no final dos tempos, e para tanto, haverá sinais que antecederão a vinda de Jesus: “Haverá sinais no sol, na lua e na estrelas, e sobre a terra as nações estarão na angústia, aterrorizadas pelo bramido do mar e pela sua agitação, enquanto que os homens desmaiarão de pavor com medo das desgraças que sobrevirão ao mundo” (Lc 21, 25-26). Esses sinais acontecerão, no tempo certo de Deus.
Por isso, a Liturgia faz aprofundar essa verdade, de que Jesus irá voltar, e a isso chamamos de parusia! Sim, a vinda gloriosa de Jesus, que virá com os seus anjos julgar toda a terra chamamos de Parusia. Aprofundando essa verdade, devemos em oração e em espírito de conversão e vigilância clamar a vinda gloriosa de Jesus por conta da nossa vida em espírito de santidade. Sim, a nossa oração, unindo-se com toda a Igreja, junto com o nosso testemunho de esperança, apressam a vinda de Jesus. Por isso não desperdicemos esse belíssimo tempo litúrgico, e que no tempo do Advento possamos com nossas vidas cantar a uma só voz: “Maranatha, vem senhor Jesus!” 
Por: Marcio André Teixeira Barradas, Seminarista Shalom – Assessoria Litúrgico Sacramental
Comunidade Católica Shalom

El Adviento, la justicia y el derecho

Homilía del Domingo I de Adviento (Ciclo C). La espera de Jesús, el anhelo de su venida, acompaña los tiempos del hombre. Ayer y hoy y mañana, aguardamos que se haga “justicia y derecho” en la tierra (cf Jr 33, 14-16). La justicia es dar a cada uno su derecho. Nos basta abrir los ojos para descubrir qué lejos estamos de que esto sea una realidad en nuestro mundo; somos espectadores – y, en ocasiones, también actores o víctimas – de las injusticias. Y deseamos que, de una vez, se establezca el derecho, lo justo, lo razonable.
Este afán sería vano si tuviese como objeto únicamente a los hombres. Porque la justicia humana es siempre imperfecta y, además, porque los hombres no pueden hacer justicia a los muertos. ¿Puede un juez, cuando juzga a un asesino, devolver la vida a la víctima? ¿Puede un tribunal reparar todos los daños causados por la acción del delincuente? La justicia humana, aun en el mejor de los casos, es parcial y limitada.
Como Israel, del que se hace portavoz el profeta, nuestra mirada se dirige a Dios. Sólo Él puede suscitar un “vástago legítimo, que hará justicia y derecho en la tierra”. Este vástago de David es Jesús, el Señor. Él ha proclamado bienaventurados a los “perseguidos por causa de la justicia, porque de ellos es el Reino de los cielos” (cf Mt 5, 3-12). La promesa de Jesús, que recoge las promesas hechas al pueblo elegido desde Abraham, señalan a Dios, y a su Reino, como a la meta donde son saciados los deseos del hombre; también los deseos de justicia y derecho.
¿En qué medida estos deseos han sido colmados? El Nuevo Testamento nos indica la Cruz de Cristo como el lugar donde Dios ha hecho justicia: Dios hizo para nosotros a Cristo Jesús “sabiduría, justicia, santificación y redención” (1 Co 1, 30). La justicia y la salvación es, pues, Jesús mismo; su propia persona. Él cargó sobre sí todas las iniquidades y todos los crímenes, todo el pecado, que es la raíz de la injusticia, y, con su muerte en la Cruz, los venció con la fuerza de su amor. Con su Resurrección nos da la posibilidad de asociarnos a ese amor, el amor de Dios, que es el único capaz de instaurar la justicia y de crear en nuestros corazones la dicha, la alegría, la felicidad.
Celebrar el Adviento de Cristo es recordar su venida en su Encarnación y en su Cruz. Es abrir los ojos para descubrir, en el ocultamiento del Calvario, la justicia de Dios. Una justicia real, pero no aún manifiestamente pública. Para tener noticia de ella, necesitamos la fortaleza interior que brota del amor (cf 1 Ts, 3,12-4,2). Y es caminando en esa senda, la del amor, cómo podremos encontrarle y alegrarnos de su presencia, iniciando en el mundo su Reino; incoando, unidos a Él, la justicia y el derecho.
Pero esta realidad oculta se hará manifiesta cuando el Señor venga al fin de los tiempos, “con gran poder y majestad” (cf Lc 21, 25-28.34-36), para triunfar visiblemente sobre la rebelión del mal e instaurar en plenitud su Reino. Entonces, cuando Él vuelva, todo será transformado y tendrá a Cristo por Cabeza, “lo que está en los cielos y lo que está en la tierra” (Ef 1, 10). Celebrar el Adviento es preparar esta última venida del Señor en la gloria, y esperarla con actitud de alerta y de vigilancia. Esta espera alienta nuestra lucha, porque sabemos, por la Cruz, que la victoria es ya de nuestro Dios.
Mientras tanto, a la espera de Cristo, nos encontramos con Él en el constante Adviento de su Palabra y de sus sacramentos. En el altar, su presencia se hace sacramental, a la vez memoria de su Cruz y prenda de esperanza de su última venida. “Anunciamos tu muerte, proclamamos tu Resurrección, ¡ven, Señor Jesús! Amén.
Guillermo Juan Morado.
Sacerdote diocesano. Doctor en Teología por la PUG de Roma y Licenciado en Filosofía.

DIREÇÃO ESPIRITUAL PADRE FÁBIO DE MELO

Na Direção Espiritual de hoje, padre Fábio de Melo nos ensinará sobre a ORAÇÃO VERDADEIRA: “Não se pode pensar que a oração é feita apenas de fórmulas prontas ou locais previamente estabelecidos. Uma pessoa muito idosa ou doente, que não possa ir à missa, po..”  

O QUE É REALMENTE A TEOLOGIA DA LIBERTAÇÃO?

Confira !!! A pregação do padre Paulo Ricardo, embasado no livro: FÉ EM CRISE? Escrito pelo eis cardeal Ratzinger, agora Papa Bento XVI.
“Quando ele foi eleito cardeal em Roma, logo começou a combater a teologia da libertação marxista, tentando mostrar justamente que se tratava de um desequilíbrio e de uma traição ao Evangelho. Agora que é papa, nós vemos claramente que Deus se manifestou ao escolher este homem para ajudar a Igreja do Brasil e do mundo inteiro a sair desta situação de querer ler o Evangelho através de uma visão sociológica e de uma agenda política que não tem nada a ver com o Cristianismo. Então, podemos dizer que a eleição de Bento XVI é a virada. Ele é, de alguma forma, o homem da providência e nós agradecemos a Deus por ter nos dado esse homem providencial”.

ORAÇÃO DO HOMEM SEDENTO DE DEUS

Ó Deus minha alma está sedenta de vós, e minha carne por vós anela como a terra árida e sequiosa, sem água (Sl 62,2). Porque vossa graça me é mais preciosa do que a vida, meus lábios entoarão vossos louvores (Sl 62,4). Preservai-me da conspiração dos maus, livrai-me da multidão dos malfeitores. Eles aguçam suas línguas como espadas, desferem como flechas palavras envenenadas. (Sl 63,3-4). Bendito seja Deus que não rejeitou a minha oração, nem retirou de mim a sua misericórdia. (Sl 65,20).
Tenha Deus piedade de nós e nos abençoe, faça resplandecer sobre nós a luz da sua face. (Sl 66,2). Bendito seja eternamente seu nome glorioso, e que toda terra se encha de sua glória, Amém! Amém.

Por: Wander Venerio C. de Freitas.

O OITAVO MANDAMENTO


“Não apresentarás um falso testemunho contra teu próximo” (Ex 20,16). “Ouvistes também o que foi dito aos antigos: Não perjurarás, mas cumprirás os teus juramentos para com o Senhor” (Mt 5,33).

O Oitavo Mandamento proíbe mentir ou falsificar a verdade nas relações com os outros. Deus é a Verdade; Jesus disse: “Eu Sou a Verdade” (Jo 14,6). E a vocação do povo santo é ser testemunha do seu Deus, que é a Verdade. Jesus chamou o Espírito Santo de “Espírito da Verdade” (Jo 14,17; 16,13) e deixou bem claro que o demônio é o “pai da mentira”, “Ele é homicida desde o princípio e não permaneceu na verdade, porque a verdade não está nele. Quando diz a mentira, fala do que lhe é próprio, porque é mentiroso e pai da mentira” (Jo 8,44).

A Lei dada a Moisés proibia severamente a calúnia e difamação, que de certa forma são mentiras. O respeito à reputação e à honra das pessoas proíbe toda atitude ou palavra de maledicência ou calúnia.

“Não levantarás falso testemunho contra teu próximo” (Ex 20,16). Os discípulos de Cristo “revestiram-se do homem novo, criado segundo Deus na justiça e santidade da verdade” (Ef 4,24).

Jesus coloca a verdade como libertadora do homem e esta está na Sua Palavra: “Se permanecerdes na minha palavra, sereis meus verdadeiros discípulos; conhecereis a verdade e a verdade vos libertará”.

São Paulo ensina que Deus quer que todos se salvem e cheguem ao conhecimento da verdade” (1Tm 2, 4) e que “a Igreja é a coluna e o fundamento da verdade” (1Tm 3, 15). Assim, sem a Igreja, sem o ensino do Magistério da Igreja, não se conhece a verdade plena. Jesus, na última Ceia, garantiu que o Espírito Santo revelaria à Igreja “toda a verdade” (Jo 14, 25; 16,13)

A verdade é a virtude que consiste em mostrar-se verdadeiro no agir e no falar, fugindo da duplicidade e também da simulação, do fingimento e da hipocrisia. Por outro lado, São Paulo ensina que o cristão não deve “se envergonhar de dar testemunho de Nosso Senhor” (2Tm 1,8) em atos e palavras. Muitos filhos da Igreja chegaram ao martírio, que é o supremo testemunho prestado à verdade da fé.

Toda falta cometida contra a verdade exige reparação para que haja justiça; assim, a pessoa a quem se mentiu não fica enganada e prejudicada.

A Igreja ensina que não somos sempre obrigados a revelar a verdade; o que não se pode é mentir; uma regra de ouro ajuda a discernir, nas situações concretas, se convém ou não revelar a verdade àquele que a pede. Por exemplo, o sigilo sacramental é inviolável. “Os segredos profissionais devem ser guardados. As confidências prejudiciais a outros não devem ser divulgadas”, diz o Catecismo da Igreja (§2511).

A sociedade tem direito a uma informação fundada na verdade, na liberdade e na justiça; por isso os meios de comunicação devem ter moderação e disciplina e se pautar pela verdade. Não se pode acusar alguém de crime ou dolo sem provas concretas.

Por: Professor Felipe de Aquino