Documentário de Santa Clara de Assis

Santa Clara de Assis, viveu oitocentos anos atrás e sempre foi bastante conhecida nos ambientes franciscanos. Sabia-se que era uma contemporânea e companheira de São Francisco de Assis, fundadora da Segunda Ordem Franciscana, a das Irmãs Clarissas.

Quer saber um pouco mais sobre esta Serva de Deus, baixe um documentário no link abaixo.

Download: Documentário

Dona de casa de prostituição se converte através da TV Canção Nova

A TV Canção Nova agradece a cada sócio evangelizador que assume essa obra promovendo o bem e o resgate de muitas almas para Deus, assim como a de Maria Elena, de Barra Mansa no Rio de Janeiro, que depois de anos envolvida no submundo das drogas e da prostituição foi liberta por Jesus Cristo, por intermédio do Evangelho anunciado pela TV Canção Nova.

Download do Testemunho de Maria Elena de Barra Mansa (RJ)

Por: http://tv.cancaonova.com/mostramateria.php?id=5838

Evangelho (Marcos 7,1-8.14-15.21-23)
Domingo, 30 de Agosto de 2009
22º Domingo do Tempo Comum

— O Senhor esteja convosco!
— Ele está no meio de nós.
— PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo, + segundo Marcos.
— Glória a vós, Senhor!

Naquele tempo, 1os fariseus e alguns mestres da Lei vieram de Jerusalém e se reuniram em torno de Jesus. 2Eles viam que alguns dos seus discípulos comiam o pão com as mãos impuras, isto é, sem as terem lavado. 3Com efeito, os fariseus e todos os judeus só comem depois de lavar bem as mãos, seguindo a tradição recebida dos antigos. 4Ao voltar da praça, eles não comem sem tomar banho. E seguem muitos outros costumes que receberam por tradição: a maneira certa de lavar copos, jarras e vasilhas de cobre.
5Os fariseus e os mestres da Lei perguntaram então a Jesus: “Por que os teus discípulos não seguem a tradição dos antigos, mas comem o pão sem lavar as mãos?”
6Jesus respondeu: “Bem profetizou Isaías a vosso respeito, hipócritas, como está escrito: ‘Este povo me honra com os lábios, mas seu coração está longe de mim. 7De nada adianta o culto que me prestam, pois as doutrinas que ensinam são preceitos humanos’. 8Vós abandonais o mandamento de Deus para seguir a tradição dos homens”.
14Em seguida, Jesus chamou a multidão para perto de si e disse: “Escutai, todos, e compreendei: 15o que torna impuro o homem não é o que entra nele vindo de fora, mas o que sai do seu interior. 21Pois é de dentro do coração humano que saem as más intenções, imoralidades, roubos, assassínios, 22adultérios, ambições desmedidas, maldades, fraudes, devassidão, inveja, calúnia, orgulho, falta de juízo. 23Todas estas coisas más saem de dentro, e são elas que tornam impuro o homem”.

AUGUST 28

SAINT AUGUSTINE,
BISHOP AND DOCTOR OF THE CHURCH
MEMORIAL

FIRST READING
1 John 4:7-16

Beloved, let us love one another,
because love is of God;
everyone who loves is begotten by God and knows God.
Whoever is without love does not know God, for God is love.
In this way the love of God was revealed to us:
God sent his only-begotten Son into the world
so that we might have life through him.
In this is love:
not that we have loved God, but that he loved us
and sent his Son as expiation for our sins.
Beloved, if God so loved us,
we also must love one another.
No one has ever seen God.
Yet, if we love one another, God remains in us,
and his love is brought to perfection in us.

This is how we know that we remain in him and he in us,
that he has given us of his Spirit.
Moreover, we have seen and testify
that the Father sent his Son as savior of the world.
Whoever acknowledges that Jesus is the Son of God,
God remains in him and he in God.
We have come to know and to believe in the love God has for us.

God is love, and whoever remains in love
remains in God and God in him.
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Commentary on 1 Jn 4:7-16

Love as we share in it testifies to the nature of God and to his presence in our lives. One who loves shows that one is a child of God and knows God, for God’s very being is love; one without love is without God. The revelation of the nature of God’s love is found in the free gift of his Son to us, so that we may share life with God and be delivered from our sins. The love we have for one another must be of the same sort: authentic, merciful; this unique Christian love is our proof that we know God and can “see” the invisible God.[3]

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RESPONSORIAL PSALM
Psalm 119:9, 10, 11, 12, 13, 14

R. (12) Lord, teach me your statutes.

How shall a young man be faultless in his way?
By keeping to your words.
R. Lord, teach me your statutes.

With all my heart I seek you;
let me not stray from your commands.
R. Lord, teach me your statutes.

Within my heart I treasure your promise,
that I may not sin against you.
R. Lord, teach me your statutes.

Blessed are you, O LORD;
teach me your statutes.
R. Lord, teach me your statutes.

With my lips I declare
all the ordinances of your mouth.
R. Lord, teach me your statutes.

In the way of your decrees I rejoice,
as much as in all riches.
R. Lord, teach me your statutes.
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Commentary on Ps 119:9, 10, 11, 12, 13, 14

An acrostic poem; each of the eight verses of the first strophe (aleph) begins with the first letter of the Hebrew alphabet; each verse of the second strophe (beth) begins with the second letter; and so on for all 22 letters of the alphabet.

The entire work is in praise of the Law, and the joys to be found in keeping it. It is not “legalism” but a love and desire for the word of God in Israel’s Law, which is the expression of the Lord’s revelation of himself and his will for man.

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GOSPEL
Matthew 23:8-12

Jesus spoke to his disciples:
“Do not be called ‘Rabbi.’
You have but one teacher, and you are all brothers.
Call no one on earth your father;
you have but one Father in heaven.
Do not be called ‘Master’;
you have but one master, the Christ.
The greatest among you must be your servant.
Whoever exalts himself will be humbled;
but whoever humbles himself will be exalted.”
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Commentary on Mt 23:8-12

Jesus has launched an attack on the Jewish Leadership for their authoritarian style; placing burdens on the people and seeking places of honor and titles for themselves. In this selection he describes his example of spiritual leadership. He speaks of the humility he exemplifies, placing God the Father in the place of the one true master with all who follow him as servants. See also Luke 14:11.

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Reflection:

What can be said of the great St. Augustine that has not already been said by so many of the faithful throughout the centuries? He is one with whom all of us who struggle with the faith and are tempted can identify. His fall into sin and his conversion and ultimate elevation to the high councils of the Church are well documented by historians and perhaps most importantly by himself in his Confessions.

That he rose from the ashes of sin and debauchery to be held as one of great holiness gives hope to those of use who fall prey to the lures of secular society. We do not praise him because he fell but rather that he rose from that fall in humility and faith. Always in life he pointed to a higher standard than the one he felt he had attained himself. His great intellect, guided by that faith is a treasure of the Church.

As we celebrate his memorial today we are reminded, as was great St. Augustine that while we may be called to places of greatness, our true measure will be that our efforts are on behalf of God and for his glory and not our own. We recall the words of St. Matthew who in chronicling the Lord recalls his words; “Whoever exalts himself will be humbled; but whoever humbles himself will be exalted.” May we always place the Glory of the Lord before any other motive that our reward may be received in heaven.

Pax
[1] The picture is “St Augustine” by Pieter Pauwel Rubens, 1639
[2] Text of Readings is taken from the New American Bible, Copyright © Libreria Editrice Vaticana, Excerpts from the English translation of The Roman Missal © 1973, International Committee on English in the Liturgy, Inc. All rights reserved.
[3] NAB footnote on 1 John 4:7-16

http://deaconsmemorial.blogspot.com/2009/08/august-28-saint-augustine.html

Santa Mônica

Sabemos pouco sobre a infância de Santa Mônica; muito do que nos chegou sobre sua vida foi através das “Confissões” de Santo Agostinho, seu filho. Ela nasceu em Tagaste, Algéria, em 332. Casou-se cedo com Patrício; ele era pagão e tinha um temperamento violento. A vida de casada de Mônica era muito difícil, seu marido se aborrecia com suas orações. Muitas mulheres de Tagaste tinham problemas em casa e Mônica, com sua doçura e paciência, era um exemplo para elas.
O casal teve três filhos: Agostinho, Navigius e Perpétua. Nenhum deles foi batizado enquanto pequeno. Agostinho lhe dava muitos problemas e foi mandado para Madaura para estudar. Ela teve uma compensação: a conversão de seu marido, que morreu logo depois. Santa Mônica decidiu não se casar novamente. Nesse ínterim, Agostinho foi seguir seus estudos em Cartago, onde aderiu à seita dos maniqueus.
De volta em casa, Agostinho levanta proposições heréticas e sua mãe o expulsa, mas ela volta atrás. Santa Mônica vai se aconselhar com um bispo, que a ajuda a perceber que o tempo da conversão de Agostinho ainda não tinha chegado.
Agostinho viaja escondido para Roma e sua mãe o segue. Quando ela chega, ele já tinha partido para Milão e ela continua em seu percalço; chegando, ela conhece o bispo de Milão, Santo Ambrósio, que contribui para a conversão de Santo Agostinho em 386. Agostinho é batizado no ano seguinte, na igreja de São João Batista, em Milão. Ainda em 387 resolvem voltar à África e Santa Mônica morre na viagem, em Ostia, perto de Roma, onde é enterrrada.
Santa Mônica fica como esquecida durante anos até que, no século XIII, seu culto começa a se espalhar e, no calendário da Igreja, foi marcado o dia 4 de maio, véspera da conversão de seu filho, para se realizarem festas em sua homenagem. Em 1430, o Papa Martinho V ordenou que suas relíquias fossem levadas para Roma e muitos milagres aconteceram no caminho, consolidando o culto da santa. O arcebispo de Rouen, Cardeal d’Estouteville, construiu uma igreja em Roma em honra a Santo Agostinho e depositou as relíquias de sua mãe em uma capela à esquerda do altar principal. O Ofício de Santa Mônica só entrou no Breviário Romano no século XVI.
Em 1850 foi criada na Notre Dame de Sion, em Paris, uma associação de mães cristãs com o patronato de Santa Mônica, com o objetivo de fazer orações mútuas por maridos e filhos. Esta associação foi elevada a arquiconfraria em 1856 e se espalhou rapidamente pelo mundo católico, com filiais em Dublin, Londres, Liverpool, Sidney e Buenos Aires.
Igreja no Rio de Janeiro: Av. Ataulfo de Paiva, 527 – Leblon – CEP 22440-030 – Tel 512-8657 – Fax 259-5978.

Oração:(para pedir a conversão de um filho)

Ó Santa Mônica, que pela oração e pelas lágrimas, alcançastes de Deus a conversão de vosso filho transviado, depois santo, Santo Agostinho, olhai para o meu coração, amargurado pelo comportamento do meu filho desobediente, rebelde e inconformado, que tantos dissabores causou ao meu coração e a toda a família. Que vossas orações se juntem com as minhas, para comover o bom Deus, a fim de que ele faça meu filho entrar em si e voltar ao bom caminho.
Santa Mônica, fazei que o Pai do Céu chame de volta à casa paterna o filho pródigo. Dai-me esta alegria e eu serei sempre agradecido(a).
Santo Agostinho, rogai por nós. Santa Mônica, atendei-me. Amén.

http://vida.de.santos.vilabol.uol.com.br/monica.html